Dando uma nova cara ao Manual do Prof. Pardal de 1972

capa manual prof pardal

Por Eduardo

Sou um apaixonado por livros (assim como meus dois irmãos aqui do blog), e, naturalmente, uma das coisas que mais gosto é de comprar livros novos, ou simplesmente vasculhar uma loja, física ou online, procurando títulos, preços, olhando os lançamentos caprichados de editoras como a Zahar e a Darkside etc. Porém, mesmo gostando tanto de um belo livro novo, os livros antigos tem todo um charme próprio, seja na própria linguagem (o português antigo dá um quê de rebuscado à leitura), ou pela história que o livro carrega. Veja essa imagem como exemplo claro:

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Harry Potter e a Pedra Filosofal – Edição ilustrada

capa hp

Por Eduardo

Sobre Harry Potter, e a ficção fantástica…

Quando li Harry Potter pela primeira vez em agosto de 2010 (resenha aqui), e foi um vício instantâneo (nesse mesmo mês li os 7 livros). Quem acompanha o blog, e até vendo os últimos posts, já percebeu minha predileção por livros de ficção fantástica, tendo Tolkien como meu autor preferido, e o mundo criado por J. K. Howling é fascinante em muitos sentidos diferentes.

Não tenho que apresentar Harry Potter a ninguém, a menos que a pessoa tenha sido aprisionada em um vórtex temporal nos últimos 19 anos (o primeiro livro foi lançado em junho de 1997, e o primeiro filme em novembro de 2001), então vamos direto ao ponto: na literatura de ficção, o que atrai os leitores é a possibilidade do fantástico, do irreal. Seja na Terra Média épica de Tolkien, ou a brutalidade de Westeros (As crônicas de gelo e fogo e Guerra dos tronos), nos deixa apaixonados pelas possibilidades de aventuras, os personagens cativantes, bravos aventureiros etc. Porém tudo isso não passa de sonho (ou de uma partida de RPG).

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Rosto de caveira, os filhos da noite e outros contos – Robert E. Howard

capa rosto de caveira

Por Eduardo

Robert Ervin Howard foi um grande escritor americano, criador e ainda hoje maior representante do gênero de literatura fantástica “sword and sorcery”, ou “espada e feitiçaria”. Esse gênero é simplesmente sensacional. Dentro do sub-gênero de literatura fantástica de fantasia, encontramos a fantasia épica, onde há grandes heróis capazes de feitos morais e às vezes físicos além do humano para realizar grandes missões de salvar o mundo (Senhor dos Anéis), realistas/políticas (como As crõnicas de gelo e fogo), e aqui nesse meio incluímos o gênero de Howard, onde os personagens principais não almejam a paz mundial, e o bem estar de todos (geralmente os objetivos são egoístas ou simplesmente particulares – enriquecimento ou vingança, por exemplo), e a magia é tratada como algo realmente sobrenatural, e muitas vezes perverso. Conan é a principal obra do gênero.

Infelizmente ainda não tive a oportunidade de ler contos ou o romance de Conan (que deu origem ao filme); na verdade essa coletânea de contos é o meu primeiro contato com Howard, que é bem pobre em questão de obras traduzidas pra pt-br… Essa edição da Martin Claret é muito bonita, a capa com a caveira ficou bem legal, e a diagramação interna, com cores em laranja, ficou linda. Some-se a isso o preço acessível do livro, e não há desculpas para não adquiri-lo e conhecer mais sobre esse grande autor e sua obra.

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Resenha -O arqueiro e a feiticeira – Helena Gomes

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Por Eduardo.

Conforme falei no post sobre O espadachim de carvão, tenho buscado os autores brasileiros – de literatura fantástica, pois acredito muito no potencial destes livros, e esse é o meu tipo ou ramo de literatura preferido. Um dos primeiros livros que me chamou a atenção, neste quesito, foi esse livro de Helena Gomes, através de uma adaptação para RPG, sistema GURPS, que apareceu na extinta revista Dragão Brasil. A adaptação dava uma noção do livro, dizendo que os protagonistas eram crianças, o mundo, Britânia, era uma versão da nossa idade média, com magia, só que a magia era algo secreto, operado por poucos, e uma ameaça terrível dos Nergals, apesar de não explicar muito bem o que eram os Nergals. Na época eu deveria ter, não sei, 14 anos; isso me despertou a curiosidade, e eu reli várias vezes essa matéria na revista. Continuar lendo