ESCREVENDO HISTÓRIAS E LENDO OUTROS MUNDOS

Escrever e ler.

Dois verbos tão intimamente relacionados que um não existe sem o outro. Quem escreve, quer que alguém leia. Quem lê viaja pelo mundo que alguém imaginou ao escrever. Há os diários, escritos na intimidade e para a intimidade. Uma pessoa que relata episódios da sua vida e que espera que suas histórias fiquem para todo o sempre no anonimato. Mas mesmo nestes casos, a necessidade de registrar, por meio do código da escrita, aqueles fatos, revela um desejo de que pelo menos o próprio autor releia, em alguma etapa da sua vida, seus textos, seja para refletir sobre os erros cometidos, seja para chorar nostalgicamente, ou mesmo buscar um sentido para sua vida.

Quando se trata de literatura, há um universo limitado de pessoas que escrevem e um universo muito maior, anônimo, de pessoas que lêem. Estes, os leitores, viajam em outros mundos: riem, choram, sentem raiva ou alívio, esperança ou frustração, vão para outros países, outros planetas, voltam ou avançam no tempo, lutam contra dragões, conhecem porcos ou leões que falam, se vêem num mendigo, num príncipe ou num jogador. Esquecem, muitas vezes, de refletir que tudo isso que eles viveram nasceu na mente de uma pessoa igual a eles, e que tudo aquilo que eles sentiram foi vivido primeiro no coração do escritor.

A empolgação às vezes é tamanha que o leitor não dá o devido crédito a quem escreveu, como se as histórias, os mundos, brotassem facilmente, a partir de uma simples “idéia brilhante” ou de um “estalo”. Ao reconstruirmos os passos, entretanto, invariavelmente perceberemos que aquelas histórias, para que causassem aquele efeito em nós, foram maturadas, pensadas, elaboradas. Houve muita imaginação, mas muito, muito trabalho árduo.

Na minha trajetória enquanto leitor, já vivi várias das experiências que relatei aqui, mas vou citar três exemplos que ficaram marcados em minha memória:

O primeiro caso foi quando li “Quo Vadis?”, obra-prima do escritor polaco Henryk Sienkiewicz, há cerca de doze anos. O livro trata dos inícios do cristianismo, em Roma, na época do Imperador Nero. Eu havia acabado de ingressar na Universidade Federal de Sergipe e estava encantado com a Biblioteca. Devorava avidamente os livros, em especial, da área de literatura estrangeira. Iniciei a leitura do livro sem saber praticamente nada sobre a história. O estilo refinado e a narrativa fluente me encantaram, e lia quase cem páginas por dia. Quando cheguei à parte final do livro – a edição que eu li tinha cerca de 550 páginas – senti algo inédito: medo de que o livro acabasse. Comecei então a ler cada vez menos páginas, tal era o meu envolvimento com aquela história. Não queria chegar ao final daquele mundo.

Contribuiu para essa situação, sem dúvida, a minha formação católica, que me levava a ter um interesse especial pela narrativa, mas não se pode tirar o mérito do escritor, que enfeitiçou tantas pessoas desde a publicação do livro, há mais de cem anos. Isso despertou em mim um fascínio: que arte esses escritores têm de nos transportar para um mundo que existe somente por meio de suas palavras, suas frases. Eu já sabia, por exemplo, que os cristãos haviam sido perseguidos nos primeiros anos após a morte de Jesus. Sabia que Nero havia incendiado Roma. Não foram os fatos históricos ou mesmo os fatos fictícios que me emocionaram, que me encantaram. Foi o modo como eles me foram contados. Foi o modo como o escritor os criou e os descreveu.

Não podemos perder de vista que uma história nos causa impacto porque o escritor decidiu revelar esta e não aquela informação. Porque ele decidiu que determinada situação fosse descrita pelos olhos do vilão, e não do herói. Ou mesmo porque em outro momento, não precisou que nem o vilão nem o herói falassem nada, ele – o escritor – escolheu apenas nos mostrar o que aconteceu a partir de um ponto de vista neutro.

Histórias bastante pessoais podem causar sentimentos muito estranhos. Como falei, em 1997, quando entrei na Universidade, comecei a devorar os livros da biblioteca. Outro desses livros é o meu segundo exemplo:

“Fome”, de Knut Hamsun, escritor norueguês. Por coincidência, também se trata de um livro escrito há mais de cem anos, e seu escritor também ganhou o Prêmio Nobel de Literatura. O livro é um pouco autobiográfico – conta a história de um homem extremamente inteligente, mas que, por motivos diversos, vive na miséria, sempre com fome. Ele ganha a vida com pequenos textos que escreve, e, pelo que lembro, em um determinado momento ele chega a dizer que a fome lhe aguçava o raciocínio. O personagem me conquistou e eu, de tão envolvido com sua história – que na verdade não era a sua história, mas a história que o escritor quis que ele tivesse – fiz a experiência de ler o livro com fome. Não que eu passasse fome, Graças a Deus, mas eu deixava de almoçar ou jantar para ficar lendo, com o estômago pedindo comida, para, assim, entrar mais naquele mundo.

Chego, finalmente, ao meu terceiro exemplo: a série “A Song of Ice and Fire”, do escritor americano George R. R. Martin. Imaginada inicialmente para ser uma trilogia, a obra atualmente tem quatro volumes publicados, com mais três planejados. É uma história ambientada em um mundo parecido com a nossa Idade Média, mas com elementos fantásticos, como dragões, magia e seres sobrenaturais.

O primeiro volume da obra foi publicado em 1996, e ainda faltam três volumes para serem publicados. Não há ainda uma tradução brasileira, motivo pelo qual coloquei o título original em inglês. Descobri recentemente que uma editora de Portugal – Saída de Emergência – está publicando os livros em português. Eles batizaram a série como “As Crônicas de Gelo e Fogo”.

À primeira vista, pode parecer uma imitação barata de “O Senhor dos Anéis”, clássico de J. R. R. Tolkien, mas são obras bem distintas. O foco da série de George R. R. Martin é a intriga política, a luta pelo poder – não de um anel, mas do reino. A magia não é elemento “natural” no universo que ele criou. Alguns acreditam, outros não, assim como no nosso mundo real. O ponto principal que diferencia as duas obras, em minha opinião, são os personagens: não há os maus e os bons; há pessoas movidas por interesses diversos, uns mais honrados, outros menos honrados. A honra, entretanto, nem sempre significa que suas ações serão melhores.

A história é narrada por diversos personagens, a partir do ponto de vista de cada um. Assim, em determinado momento, vemos o mundo pelos olhos de uma garota de sete anos, que é muitas vezes ingênua e cabeça-dura. Noutros momentos acompanhamos a trajetória de um anão extremamente inteligente e com um comportamento completamente imprevisível.

A história é muito complexa e muito bem contada. Há muita coisa acontecendo simultaneamente, muitos personagens envolvidos, nenhum lado necessariamente bom ou mau, injustiças sendo cometidas, traições sendo tramadas, ironia, jogo de interesses, inveja, sonhos, e o medo constante de o inverno chegar.

Não lembro direito como fiquei sabendo da série, mas sei que tem alguma coisa a ver com pesquisa na internet sobre livros de RPG (role-playing game, ou jogo de interpretação de papéis). O que importa é que encontrei os quatro livros já publicados e resolvi comprá-los: A Game of Thrones, A Clash of Kings, A Storm of Swords e A Feast for Crows. Comprei todos importados, em inglês, imaginando se conseguiria lê-los, já que eles têm, em média, 900 páginas cada um.

Descobri uma história realmente estonteante, que me prendeu, me fazendo ler os três primeiros livros rapidamente, muitas vezes atropelando palavras cuja tradução eu não conhecia. Por conta de trabalho e outras situações, deixei por certo tempo a leitura da série de lado, tendo decidido retomá-la agora.

Ao invés de continuar de onde havia parado, resolvi reler do princípio. E o encanto foi ainda maior, pelo fato de eu já conhecer os personagens.

Fiquei ainda mais fascinado com a genialidade de George R. R. Martin, intrigado com a sua capacidade de materializar todo um mundo com tantas vidas, com tanta vibração, em folhas de papel. A cada página eu fico mais ansioso, esperando por determinada reação, surpreso com a maldade ou a generosidade deste ou daquele personagem, com o rumo que a vida de um ou de outro tomou.

Quem lê, lê o mundo de outro, viaja no sonho de outro, chora a tristeza pensada por outro. Este outro é o escritor. Ele é o responsável por cada lágrima que já derramei sobre um livro – ah! “Meu Pé de Laranja Lima” –, por cada risada, raiva, ansiedade, sonho. Sua mente habilidosa e prodigiosa me conduz por um mundo que era só seu, mas que, graças à sua capacidade de escrever, se torna também meu.

15 Respostas para “ESCREVENDO HISTÓRIAS E LENDO OUTROS MUNDOS

  1. Viajei… É tudo que eu sempre sentir quando leio, mas nunca soube expressar.

    *Gosto de escrever, e com certeza tenho a expectativa de que alguém um dia leia e se emocione, sinta raiva, anciedade, medo, vontade de rir sem parar(rsrsr..)…

    Quem lê com certeza viaja!

    [show d+] “)

    • Que bom ler isso, Thamiris

      Criei o blog hoje, com o intuito de compartilhar com alguns amigos experiências obtidas nos livros, e já tenho um comentário estimulante como o seu.

      Continue lendo e acompanhando o blog.

      Leonardo

      • Pode deixar. Todo dia dou uma olhada pra ver se tem algo novo. Tbm tenho um blog ESRITORES ANÔNIMOS, LEITORES ATIVOS.

        Estou lendo ” O guardião de mémorias”, já leu?

        bjus
        “)

  2. Muito bom, não poderia imaginar um jeito melhor de inaugurar nosso blog do que com um texto falando sobre escrever e cativar. Falando em cativar só nos vem a cabeça “meu pequeno príncipe” de Antoine De Saint-Exupery, (“… então cativa-me…”), que, mesmo na sua limitação de livro infantil, emociona até mesmo os mais duros corações. A arte de escrever (e também de ler) realmente é das mais recompensadoras. Todos temos lembranças de personagens inesquecíveis, dos mais simples (como em as aventuras de Tom Sawier, o veleiro de cristal, o escaravelho do diabo…) ou mais bem elaborados, que muitas vezes não são classificados como preto ou branco, mas como infinitas tonalidades de cinza ( ciúme da morte, contraponto, o vermelho e o negro.. ).
    Mas devemos nos lembrar que esse tipo de sentimento não está refletido apenas nos livros. diversa formas de expressão como crônicas, pinturas, desenhos, filmes, HQs, etc. também nos passam esses sentimentos. é até uma idéia de um futuro tema pra o Léo, uma vez que ele tem muito mais experiência em cinema do que todos nós, e a 7ª arte pode render muita conversa ainda…

    Valeu Leonardo ótimo texto.
    está no ar a Catálise Crítica!!

    José Eduardo Ribeiro Nascimento

  3. Realmente foi um texto muito bom [gostei da parte de ler com fome hehe]. Eu não tenho tanto o hábito da leitura, mas já senti esse friozinho na barriga pra saber o final de alguma história, e quando ele chega é uma mistura de sentimentos contrários inexplicável. É esse “mistério” que me move a terminar de ler o livro, como com os “Harry Potter”. O que eu acho mais impressionante é como alguns trechos ficam gravados em forma de imagens mesmo.
    Mas apesar de parecer estar vivendo as histórias do livro, a pessoa tem que diferenciar ficção de realidade, e analisar o que for dito como verdade, como no caso de “O Código da Vinci”, que mesmo com suas distorções não deixa de ser um ótimo livro.
    Escrever bem qualquer graduado escreve, mas conseguir transmitir sentimentos de quaisquer tipos, só mesmo tendo o dom para a escrita.

    Texto muito legal Leo 😉
    Parabéns

  4. Às vezes me questiono e tento entender os motivos que levaram a maioria absoluta das pessoas ao total descaso e abandono da leitura. Acredito ter a resposta (humilde o garoto). Ler cansa. Isso mesmo que vocês leram, cansa. Cansa porque é necessário esforço, concentração e paciência. Hoje percebo que muitos lêem somente quando obrigados: nas tarefas escolares, quando são sondados e amedrontados pelo fantasma do vestibular, nas minúsculas leituras das apostilas da faculdade. Enquanto muitos preferem gastar energias e recursos em festas, divertimentos ou prazeres fugazes, penso que seria mais proveitoso gastar as mesmas energias e recursos com a literatura e obter retorno. Mas como havia colocado, ler requer paciência, e esta, como diria Shakespeare, “requer muita prática”.
    Parabéns Leonardo pelo brilhante e apaixonado texto, que é muito mais do que um testemunho, mas uma bela declaração de respeito e admiração.

    • Realmnte ler cansa… as vistas + quando se tem prazer em ler, esquce até do cansaço. Isso se chama Amor, prazer…
      Nunca me canso de ler.
      “)

  5. tá certo que ler cansa… mas apenas quando se está lendo algo desagradável. Um livro que seja ótimo para um pode ser totalmente irritante e massante para outro. E o fato de muitos lerem apenas quando obrigados é culpa da própria escola e do CCV da universidade. Afinal quantas pessoas abrem a boca para dizer que “A Hora da Estrela” é um livro magnífico? Eu li e o achei um pouco idiota. Um livro normal que colocam em um pedestal de magnitude. Claro que eles não poderiam considerar Harry Potter como uma opção, mas tenho certeza que “O vampiro que descobriu o Brasil” agrada muito mais gente jovem do que “Iracema”, ou qualquer um desses livros clássicos. Claro que todos devem ler Machado de Assis, pois com certeza é um dos grandes escritores brasileiros na História, mas quantas pessoas você conhece que começaram sua paixão na literatura lendo “Esaú e Jacó”? ou “o forte”? Acontece… mas é um bicho raro…

    José Eduardo Ribeiro Nascimento

  6. Você tem que ler o que o atrai, sem dúvida. Estava vendo a programação da Feira Literária de Paraty, maior evento sobre livros do Brasil, e vi os comentários de alguns escritores. Vi em determinado momento alguém se refereindoa Autran Dourado, escritor mineiro. Ele teria dito que, para escrever bem, é necessário ler bem. E não é só ler muito, mas ler muito, e bem. Ele disse para fugir dos maus livros. Disse também que todo ano lia Machado de Assis para “limpar seu português.”
    A maioria das pessoas que gostam de ler iniciaram sua paixão pelos quadrinhos. Depois de algum tempo, leram algum livro voltado para o público infanto-juvenil, do tipo “Coleção Vaga-Lume”. Com o tempo, o gosto da leitura foi se desenvolvendo e exigindo passos maiores, desafios mais difíceis. Daí ser natural pular grandes escritores, para histórias que fossem além do óbvio.

    Se não desenvolvermos o hábito da leitura, pode até ser que uma pessoa diga que gosta de ler, mas quando você pergunta o quê, ela dirá: gibis da mônica ou dos X-Men.

    Por isso acho que o hábito da leitura não deve ser um dever, uma obrigação para que eu pareça mais culto, e sim um prazer, uma fonte de diversão. Só quando a leitura for isso, é que sua mente cada vez mais vai pedir “novos níveis” de diversão, como em um jogo de video-game.

    Jogar no “easy” cansa, no final das contas.

  7. Interessante e encorajador.

    Além de ser de tudo um tópico inaugural, o nosso Leonardo fez com que o tema fosse de grande valia devido a uma idéa que pode e, ao mesmo tempo nos convida a ter essa incrivel experiência que é a leitura.
    Sendo que ao mesmo tempo, me dei conta de que um mero livro não se trata apenas um objeto no qual nós leitores tenhamos que nos esforçar de certa forma para completa-lo ou dedicar-se a ele, fazendo da leitura uma esperiência até mesmo enfadonha. Leonardo, no texto, demonstra de maneira clara e apaixonante, que tudo está na forma em que nós assimilamos o conteúdo escrito, para assim fazer do mesmo um conteúdo que seja realmente aproveitavel para cada um de nós, assim como mais uma grandiosa ferramenta que aliada a uma nova maneira de ver o mundo, tornam-se, seguramente, amostras de uma esperiência inesquecível.
    No frigir dos ovos (essa é para Reinaldo :P), o texto faz uma abordagem acerca de um assunto de grande importancia e de uma conveniênte pertinêcia, pois esta ideia deve e vai ser levada em consideração para todos nós que somos convidados a partilhar as nossas opiniões e possivelmente novas ideias neste blog.

    Parabéns pelo texto Leonardo.

  8. Olá Leonardo

    Primeiramente gostaria de dizer que estou muito orgulhosa de você e por seu texto ser tão bonito. Gostei bastante de saber das suas experiências como leitor. Quando comecei a ler, não estava gostando muito porque não faz muito meu estilo de leitura, mesmo assim continuei lendo e gostaria de dizer que gostei muito. Fiquei fascinada com suas experiências, por isso estou com a maior vontade de ler o livro meu pé de laranja lima, para poder experimentar a mesma sensação que você teve.
    Um grande beijo!!!

  9. Bem, talvez eu não seja a pessoa mais indicada para falar e expor opiniões ou críticas sobre a leitura. Apesar de todos os meus irmãos gostarem de ler e eu ser a caçula, poderia acabar tendo uma certa influência, porém como já foi dito aqui, não se obriga a gostar de ler, é algo que você adquire naturalmente. Mas isso também não quer dizer que eu nunca li um livro na vida, ou que nunca fiquei “presa” a um livro, entrando “de cabeça” na leitura. Em meu pequeno “arsenal” de livros que li, já elegi os melhores, sem falar naqueles que fizeram com que eu me surpreendesse comigo mesma, me fazendo pensar: “Puxa, eu li esse livro mesmo?”. Exemplos desses livros são “Angus” e “Ponto de Impacto”.
    Posso dizer que para mim há dois tipos de leituras que não dispenso, uma delas é a revista “Superinteressante”, que simplesmente me vicia. E outra é a leitura das obras dos autores Eric e Leslie Ludy, tudo bem que eu li apenas duas obras deles, aliás, uma delas pode ser considerada o meu livro meu preferido que é “Romance à maneira de Deus” e o outro é “Sua perfeita fidelidade”. Os assuntos abordados por eles me fascinam, principalmente pelo modo como escrevem, me deixam com um gostinho de “quero mais”. “Questão de gosto não se discute”, e em relação à leitura também. Cada um se interessa por tipos distintos de leituras, o que é bom para uns é um lixo para outros. Mas que a leitura nos faz viajar… É, isso é fato!

    Parabéns pelo texto Léo, no começo me deu preguiça de ler xD mas depois ficou blz😛

  10. Que bom!!!

    Finalmente terminamos a nossa primeira rodada intelectual!!!

    As nossas amigas atrasadinhas fizeram bonito com sua sinceridade.

    Lembro que o nosso objetivo aqui não é comparar um com o outro. Cada um tem suas próprias capacidades e características, que não devem, de modo algum, ser desprezadas pelos demais.

    Nossa meta é crescermos, aprendermos, evoluirmos, adquirindo maior capacidade de interpretação e crítica, de visão de mundo, refinando nossos gostos e preferências, fugindo da mesmice e do comodismo.

    Abraços a todos.

    Leonardo

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