O quão profundo se encontra o ponto comum entre Evolução e Ética?

O quão profundo se encontra o ponto comum entre Evolução e Ética?
Durante muitas gerações, a raça humana tem procurado se sobressair perante as outras, no que diz respeito, principalmente, ao suprimento das nossas necessidades. Com base nisso temos como relevância a simples caça e luta pela comida vinda de animais: essa sim, imprescindível para a sobrevivência desta espécie dominante.
Dentre outros fatos que tangem a história evolucionária do ser humano, temos que este sempre procurou uma forma de melhorar a sua qualidade de vida, idéia que obteve grande avanço a partir de quando começaram a surgir as comunidades. Desta maneira conclui-se que houve sempre certa preocupação com os nossos semelhantes e com os que viriam a ser os nossos sucessores, seja na própria cooperação relacional com o companheiro ou companheira, assim como em termos de comunidade, onde esse “compromisso” era dotado de proporções maiores, chegando a envolver também o que tínhamos como regras de bom senso. Afinal não era qualquer um que podia usufruir de certas facilidades, subordinando-as única e exclusivamente a sua vontade e prazer, não sem uma devida reflexão acerca de fatores comuns a todos como, por exemplo, a ética social.
Mas afinal o que realmente seria ética social? Uma verdadeira descrição e sintetização representativa do que temos como atitudes que são e que devem ser tomadas para manter o equilíbrio e a igualdade de uma sociedade? Ou simplesmente um termo abstrato, porém atuante no nosso dia-a-dia, o qual, inicialmente vinha acompanhado do que temos como leis regentes e que, com o passar dos anos e inevitavelmente, vem sendo acobertado e definido em função dos diversos patamares sociais do ser humano, desembocando em privilégios que destoam a tal “igualdade”?
Por incrível que pareça, essas duas definições são a mesma, o que obriga o ser humano a encontrar uma explicação possível e cabível a sua sobrevivência que, ao mesmo tempo, seja o ponto central entre a igualdade e a desigualdade, contribuindo para a idéia de “cada um no seu lugar” com a qual já estamos acostumados a viver, colhendo assim os frutos de criminalidade, guerras, assim como outras revoltas sociais que temos hoje em função da vontade de se fazer justiça em relação a um ideal próprio de cada homem e ao mesmo tempo defendendo-nos de nós mesmos.
Essa tendência evolutiva da própria natureza do ser humano, como vimos, tem como principal aliada a sua necessidade também natural de sobrevivência e bem estar. Entretanto o que a nossa sociedade tem deixado claro é que umas principais dádivas que temos está sendo utilizada em prol não apenas do equilíbrio e da igualdade (deve-se levar em consideração que para tudo inclusive neste fato existem exceções) mas também da superioridade em relação aos nossos comuns, mascarada como algo “necessário” a nossa existência: superioridade econômica, científica, armamentista, etc. Ideal esse que aos poucos vem nos tornando dependentes das nossas próprias vontades de obter segurança e qualidade de vida para nós e para os nossos entes queridos.
Infelizmente, através na natureza gananciosa do homem, este nosso novo cenário propõe que à medida que vão sendo criados novos auxílios tecnológicos que objetivam uma geração de seres humanos mais inteligentes e capazes de compreender as mais diversas ciências necessárias a todos nós, existe a outra metade que tende a se acomodar perante o que deveria ser o seu objetivo primordial, a sobrevivência.
Temos hoje o desemprego, movido principalmente por um mercado de trabalho mais especializado do que nunca. Temos também, o que eram homens honestos e realmente com vontade de trabalhar a fim de prover o sustento de sua família, maquinas inteligentes para tal ofício, assim como nós, porém programadas apenas para contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade. Isso tirando os casos em que a nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.
Claro que não se deve deixar de levar em consideração o mérito que nós temos pelo que nós alcançamos até agora: novas e importantíssimas descobertas para a ciência, saúde, bem estar, segurança e etc. Entretanto, essas conquistas não deveriam estar o alcance de todos nós, seres humanos?
Até onde será que nós vamos com esse ritmo de evolução, com esse ritmo de descoberta e por fim com essa mentalidade de sermos superiores a uma ou outra entidade esquecendo-nos do fato de que somos iguais tanto como espécie quanto como ideais?
Será que nós realmente estamos preparados para essa “nova globalização”? Ou precisamos primeiro refletir no que nós, como seres humanos nos tornamos, o que nós realmente e primeiramente temos como objetivo, e o que podemos ou não fazer para chegar lá, para daí sim, o que temos como igualdade, não se tornar uma verdadeira corrida atrás do prejuízo, prezando assim pela inclusão de todos os serem humanos, independente da cultura, dos hábitos, ou das possíveis metas de cada um.
Antes de mais nada, essa é apenas uma humilde e breve análise de como a nossa sociedade está evoluindo tão rapidamente e ao mesmo tempo no que pode se tornar se não fizer bom uso daquilo que por natureza temos.
“Um povo que não aprende com a história está fadado a repeti-la” (Aristóteles)O quão profundo se encontra o ponto comum entre Evolução e Ética?
Durante muitas gerações, a raça humana tem procurado se sobressair perante as outras, no que diz respeito, principalmente, ao suprimento das nossas necessidades. Com base nisso temos como relevância a simples caça e luta pela comida vinda de animais: essa sim, imprescindível para a sobrevivência desta espécie dominante.
Dentre outros fatos que tangem a história evolucionária do ser humano, temos que este sempre procurou uma forma de melhorar a sua qualidade de vida, idéia que obteve grande avanço a partir de quando começaram a surgir as comunidades. Desta maneira conclui-se que houve sempre certa preocupação com os nossos semelhantes e com os que viriam a ser os nossos sucessores, seja na própria cooperação relacional com o companheiro ou companheira, assim como em termos de comunidade, onde esse “compromisso” era dotado de proporções maiores, chegando a envolver também o que tínhamos como regras de bom senso. Afinal não era qualquer um que podia usufruir de certas facilidades, subordinando-as única e exclusivamente a sua vontade e prazer, não sem uma devida reflexão acerca de fatores comuns a todos como, por exemplo, a ética social.
Mas afinal o que realmente seria ética social? Uma verdadeira descrição e sintetização representativa do que temos como atitudes que são e que devem ser tomadas para manter o equilíbrio e a igualdade de uma sociedade? Ou simplesmente um termo abstrato, porém atuante no nosso dia-a-dia, o qual, inicialmente vinha acompanhado do que temos como leis regentes e que, com o passar dos anos e inevitavelmente, vem sendo acobertado e definido em função dos diversos patamares sociais do ser humano, desembocando em privilégios que destoam a tal “igualdade”?
Por incrível que pareça, essas duas definições são a mesma, o que obriga o ser humano a encontrar uma explicação possível e cabível a sua sobrevivência que, ao mesmo tempo, seja o ponto central entre a igualdade e a desigualdade, contribuindo para a idéia de “cada um no seu lugar” com a qual já estamos acostumados a viver, colhendo assim os frutos de criminalidade, guerras, assim como outras revoltas sociais que temos hoje em função da vontade de se fazer justiça em relação a um ideal próprio de cada homem e ao mesmo tempo defendendo-nos de nós mesmos.
Essa tendência evolutiva da própria natureza do ser humano, como vimos, tem como principal aliada a sua necessidade também natural de sobrevivência e bem estar. Entretanto o que a nossa sociedade tem deixado claro é que umas principais dádivas que temos está sendo utilizada em prol não apenas do equilíbrio e da igualdade (deve-se levar em consideração que para tudo inclusive neste fato existem exceções) mas também da superioridade em relação aos nossos comuns, mascarada como algo “necessário” a nossa existência: superioridade econômica, científica, armamentista, etc. Ideal esse que aos poucos vem nos tornando dependentes das nossas próprias vontades de obter segurança e qualidade de vida para nós e para os nossos entes queridos.
Infelizmente, através na natureza gananciosa do homem, este nosso novo cenário propõe que à medida que vão sendo criados novos auxílios tecnológicos que objetivam uma geração de seres humanos mais inteligentes e capazes de compreender as mais diversas ciências necessárias a todos nós, existe a outra metade que tende a se acomodar perante o que deveria ser o seu objetivo primordial, a sobrevivência.
Temos hoje o desemprego, movido principalmente por um mercado de trabalho mais especializado do que nunca. Temos também, o que eram homens honestos e realmente com vontade de trabalhar a fim de prover o sustento de sua família, maquinas inteligentes para tal ofício, assim como nós, porém programadas apenas para contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade. Isso tirando os casos em que a nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.
Claro que não se deve deixar de levar em consideração o mérito que nós temos pelo que nós alcançamos até agora: novas e importantíssimas descobertas para a ciência, saúde, bem estar, segurança e etc. Entretanto, essas conquistas não deveriam estar o alcance de todos nós, seres humanos?
Até onde será que nós vamos com esse ritmo de evolução, com esse ritmo de descoberta e por fim com essa mentalidade de sermos superiores a uma ou outra entidade esquecendo-nos do fato de que somos iguais tanto como espécie quanto como ideais?
Será que nós realmente estamos preparados para essa “nova globalização”? Ou precisamos primeiro refletir no que nós, como seres humanos nos tornamos, o que nós realmente e primeiramente temos como objetivo, e o que podemos ou não fazer para chegar lá, para daí sim, o que temos como igualdade, não se tornar uma verdadeira corrida atrás do prejuízo, prezando assim pela inclusão de todos os serem humanos, independente da cultura, dos hábitos, ou das possíveis metas de cada um.
Antes de mais nada, essa é apenas uma humilde e breve análise de como a nossa sociedade está evoluindo tão rapidamente e ao mesmo tempo no que pode se tornar se não fizer bom uso daquilo que por natureza temos.
“Um povo que não aprende com a história está fadado a repeti-la” (Aristóteles)O quão profundo se encontra o ponto comum entre Evolução e Ética?
Durante muitas gerações, a raça humana tem procurado se sobressair perante as outras, no que diz respeito, principalmente, ao suprimento das nossas necessidades. Com base nisso temos como relevância a simples caça e luta pela comida vinda de animais: essa sim, imprescindível para a sobrevivência desta espécie dominante.
Dentre outros fatos que tangem a história evolucionária do ser humano, temos que este sempre procurou uma forma de melhorar a sua qualidade de vida, idéia que obteve grande avanço a partir de quando começaram a surgir as comunidades. Desta maneira conclui-se que houve sempre certa preocupação com os nossos semelhantes e com os que viriam a ser os nossos sucessores, seja na própria cooperação relacional com o companheiro ou companheira, assim como em termos de comunidade, onde esse “compromisso” era dotado de proporções maiores, chegando a envolver também o que tínhamos como regras de bom senso. Afinal não era qualquer um que podia usufruir de certas facilidades, subordinando-as única e exclusivamente a sua vontade e prazer, não sem uma devida reflexão acerca de fatores comuns a todos como, por exemplo, a ética social.
Mas afinal o que realmente seria ética social? Uma verdadeira descrição e sintetização representativa do que temos como atitudes que são e que devem ser tomadas para manter o equilíbrio e a igualdade de uma sociedade? Ou simplesmente um termo abstrato, porém atuante no nosso dia-a-dia, o qual, inicialmente vinha acompanhado do que temos como leis regentes e que, com o passar dos anos e inevitavelmente, vem sendo acobertado e definido em função dos diversos patamares sociais do ser humano, desembocando em privilégios que destoam a tal “igualdade”?
Por incrível que pareça, essas duas definições são a mesma, o que obriga o ser humano a encontrar uma explicação possível e cabível a sua sobrevivência que, ao mesmo tempo, seja o ponto central entre a igualdade e a desigualdade, contribuindo para a idéia de “cada um no seu lugar” com a qual já estamos acostumados a viver, colhendo assim os frutos de criminalidade, guerras, assim como outras revoltas sociais que temos hoje em função da vontade de se fazer justiça em relação a um ideal próprio de cada homem e ao mesmo tempo defendendo-nos de nós mesmos.
Essa tendência evolutiva da própria natureza do ser humano, como vimos, tem como principal aliada a sua necessidade também natural de sobrevivência e bem estar. Entretanto o que a nossa sociedade tem deixado claro é que umas principais dádivas que temos está sendo utilizada em prol não apenas do equilíbrio e da igualdade (deve-se levar em consideração que para tudo inclusive neste fato existem exceções) mas também da superioridade em relação aos nossos comuns, mascarada como algo “necessário” a nossa existência: superioridade econômica, científica, armamentista, etc. Ideal esse que aos poucos vem nos tornando dependentes das nossas próprias vontades de obter segurança e qualidade de vida para nós e para os nossos entes queridos.
Infelizmente, através na natureza gananciosa do homem, este nosso novo cenário propõe que à medida que vão sendo criados novos auxílios tecnológicos que objetivam uma geração de seres humanos mais inteligentes e capazes de compreender as mais diversas ciências necessárias a todos nós, existe a outra metade que tende a se acomodar perante o que deveria ser o seu objetivo primordial, a sobrevivência.
Temos hoje o desemprego, movido principalmente por um mercado de trabalho mais especializado do que nunca. Temos também, o que eram homens honestos e realmente com vontade de trabalhar a fim de prover o sustento de sua família, maquinas inteligentes para tal ofício, assim como nós, porém programadas apenas para contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade. Isso tirando os casos em que a nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.
Claro que não se deve deixar de levar em consideração o mérito que nós temos pelo que nós alcançamos até agora: novas e importantíssimas descobertas para a ciência, saúde, bem estar, segurança e etc. Entretanto, essas conquistas não deveriam estar o alcance de todos nós, seres humanos?
Até onde será que nós vamos com esse ritmo de evolução, com esse ritmo de descoberta e por fim com essa mentalidade de sermos superiores a uma ou outra entidade esquecendo-nos do fato de que somos iguais tanto como espécie quanto como ideais?
Será que nós realmente estamos preparados para essa “nova globalização”? Ou precisamos primeiro refletir no que nós, como seres humanos nos tornamos, o que nós realmente e primeiramente temos como objetivo, e o que podemos ou não fazer para chegar lá, para daí sim, o que temos como igualdade, não se tornar uma verdadeira corrida atrás do prejuízo, prezando assim pela inclusão de todos os serem humanos, independente da cultura, dos hábitos, ou das possíveis metas de cada um.
Antes de mais nada, essa é apenas uma humilde e breve análise de como a nossa sociedade está evoluindo tão rapidamente e ao mesmo tempo no que pode se tornar se não fizer bom uso daquilo que por natureza temos.
“Um povo que não aprende com a história estáfadado a repeti-la” (Aristóteles)

Por Vinícius Pereira Reis Barbosa

Durante muitas gerações, a raça humana tem procurado se sobressair perante as outras, no que diz respeito, principalmente, ao suprimento das nossas necessidades. Com base nisso temos como relevância a simples caça e luta pela comida vinda de animais: essa sim, imprescindível para a sobrevivência desta espécie dominante.

Dentre outros fatos que tangem a história evolucionária do ser humano, temos que este sempre procurou uma forma de melhorar a sua qualidade de vida, idéia que obteve grande avanço a partir de quando começaram a surgir as comunidades. Desta maneira conclui-se que houve sempre certa preocupação com os nossos semelhantes e com os que viriam a ser os nossos sucessores, seja na própria cooperação relacional com o companheiro ou companheira, assim como em termos de comunidade, onde esse “compromisso” era dotado de proporções maiores, chegando a envolver também o que tínhamos como regras de bom senso. Afinal não era qualquer um que podia usufruir de certas facilidades, subordinando-as única e exclusivamente a sua vontade e prazer, não sem uma devida reflexão acerca de fatores comuns a todos como, por exemplo, a ética social.

Mas afinal o que realmente seria ética social? Uma verdadeira descrição e sintetização representativa do que temos como atitudes que são e que devem ser tomadas para manter o equilíbrio e a igualdade de uma sociedade? Ou simplesmente um termo abstrato, porém atuante no nosso dia-a-dia, o qual, inicialmente vinha acompanhado do que temos como leis regentes e que, com o passar dos anos e inevitavelmente, vem sendo acobertado e definido em função dos diversos patamares sociais do ser humano, desembocando em privilégios que destoam a tal “igualdade”?

Evolução

Por incrível que pareça, essas duas definições são a mesma, o que obriga o ser humano a encontrar uma explicação possível e cabível a sua sobrevivência que, ao mesmo tempo, seja o ponto central entre a igualdade e a desigualdade, contribuindo para a idéia de “cada um no seu lugar” com a qual já estamos acostumados a viver, colhendo assim os frutos de criminalidade, guerras, assim como outras revoltas sociais que temos hoje em função da vontade de se fazer justiça em relação a um ideal próprio de cada homem e ao mesmo tempo defendendo-nos de nós mesmos.

Essa tendência evolutiva da própria natureza do ser humano, como vimos, tem como principal aliada a sua necessidade também natural de sobrevivência e bem estar. Entretanto o que a nossa sociedade tem deixado claro é que umas principais dádivas que temos está sendo utilizada em prol não apenas do equilíbrio e da igualdade (deve-se levar em consideração que para tudo inclusive neste fato existem exceções) mas também da superioridade em relação aos nossos comuns, mascarada como algo “necessário” a nossa existência: superioridade econômica, científica, armamentista, etc. Ideal esse que aos poucos vem nos tornando dependentes das nossas próprias vontades de obter segurança e qualidade de vida para nós e para os nossos entes queridos.

Infelizmente, através na natureza gananciosa do homem, este nosso novo cenário propõe que à medida que vão sendo criados novos auxílios tecnológicos que objetivam uma geração de seres humanos mais inteligentes e capazes de compreender as mais diversas ciências necessárias a todos nós, existe a outra metade que tende a se acomodar perante o que deveria ser o seu objetivo primordial, a sobrevivência.

Temos hoje o desemprego, movido principalmente por um mercado de trabalho mais especializado do que nunca. Temos também, o que eram homens honestos e realmente com vontade de trabalhar a fim de prover o sustento de sua família, maquinas inteligentes para tal ofício, assim como nós, porém programadas apenas para contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade. Isso tirando os casos em que a nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.

Claro que não se deve deixar de levar em consideração o mérito que nós temos pelo que nós alcançamos até agora: novas e importantíssimas descobertas para a ciência, saúde, bem estar, segurança e etc. Entretanto, essas conquistas não deveriam estar o alcance de todos nós, seres humanos?

Até onde será que nós vamos com esse ritmo de evolução, com esse ritmo de descoberta e por fim com essa mentalidade de sermos superiores a uma ou outra entidade esquecendo-nos do fato de que somos iguais tanto como espécie quanto como ideais?

Será que nós realmente estamos preparados para essa “nova globalização”? Ou precisamos primeiro refletir no que nós, como seres humanos nos tornamos, o que nós realmente e primeiramente temos como objetivo, e o que podemos ou não fazer para chegar lá, para daí sim, o que temos como igualdade, não se tornar uma verdadeira corrida atrás do prejuízo, prezando assim pela inclusão de todos os serem humanos, independente da cultura, dos hábitos, ou das possíveis metas de cada um.

Antes de mais nada, essa é apenas uma humilde e breve análise de como a nossa sociedade está evoluindo tão rapidamente e ao mesmo tempo no que pode se tornar se não fizer bom uso daquilo que por natureza temos.

“Um povo que não aprende com a história está fadado a repeti-la” (Aristóteles)

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7 Respostas para “O quão profundo se encontra o ponto comum entre Evolução e Ética?

  1. A inquietude do espírito e o desejo pelo desenvolvimento são os principais ingredientes de homens como Galileu Galilei, Alexander Fleming, Isaac Newton, que com uma inteligência refinada, aliadas a uma percepção bastante acurada , souberam modificar todo o curso da história. Porém, é notório e deve ser ressaltado, que a evolução das idéias não acompanhou o caminhar lento das leis e da moral de seu tempo. O próprio Galileu foi perseguido pelos tribunais da Inquisição por questionar um dogma da época com sua teoria heliocêntrica.

    Depois desse comentário desnecessário escolhi um trecho do texto que chamou minha atenção: “…nossa tão sonhada modernidade ainda não alcançou os que mais necessitam dela, o que agrava ainda mais a nossa situação de desigualdade.” A busca pelo progresso está atrelada a uma economia de mercado e valores deturpados, diferentemente do que era nos primórdios da sociedade, quando esta era feita para melhorar as condições de sobrevivência. É necessário uma nova ética, isso implicaria numa revolução comportamental: Saber olhar, saber ouvir, melhor julgar, para poder evoluir.

    Parabéns Vinicius. Para complementar o texto você poderia citar as fontes que o inspiraram a escrever esse ensaio.

  2. A ideia geral do texto foi minha, como eu não havia chegado ler ainda nenhum livro que fale sobre isso em específico. Na verdade, existem analises em separado não apenas em um livro: “O grande amigo de Deus” de Taylor Caldwell e “O lucro ou as pessoas” de Noam Chomsky. No mais, ler alguns artigos sobre avanços tencologicos, etica social e filosofia me ajudaram também compor este texto.

    Quanto ao comentário, realmente existem diversos fatores que interferem na evolução de uma sociedade, a mais atual em especial. O que eu propus no texto foi apenas resumir fatos do cotidiano buscando compara-los com a nossa natureza, exergando-os como uma consequencia de algo primordial, como se fosse uma hipotese. Nesta, tento esclarecer que esta causa está intimamente ligada com uma busca do ser humano por poder e sucesso pessoal e financeiro.

  3. Antes de mais nada, Vinícius: Que texto cabeça!!

    Para comentá-lo, tive que ler umas quatro vezes, cada uma prestando atenção especial a uma parte.

    Sua capacidade de abstração e de reflexão é realmente elogiável.

    ÉTICA.

    Este é um tema muito caro para mim. Em meu trabalho, ao ministrar cursos, treinamentos e palestras, sempre estou falando da necessidade de se combater a corrupção, de ser honesto, de ser ético.

    Uma das coisas que sempre faço questão de falar vai precisamente ao encontro das suas idéias: Sou inimigo do “jeitinho brasileiro”, desafeto do “farinha pouca, meu pirão primeiro”.

    Na minha concepção, é essa perda do sentido de comunidade, da idéia de que precisamos uns dos outros, do pensamento de que unidos podemos mais, que tem feito tanto mal ao mundo, e que tem trazido, como você mesmo disse, guerras, fome, desemprego, tantos crimes…

    Concordo inteiramente quando você falou que aqueles que mais precisam da tecnologia não usufruem dela. Que verdade incômoda.

    Gastam-se bilhões na indústria alimentícia, para melhorar o milho e a batata, para que um grão de soja produza dez vezes mais, para aumentar produtividade… Entretanto, nunca houve tanta fome, nunca houve tanta desigualdade. Numa era de riqueza, em que se gastam bilhões para salvar um banco da falência, não se consegue por um prato de comida por dia para os 800 milhões de esfomeados ao redor do mundo.

    Em 1974 as Nações Unidas estabeleceram, durante a Conferência Mundial sobre Alimentação, que o maior objetivo da comunidade internacional seria a segurança alimentar, ou seja, “o acesso, sempre, por parte de todos, a alimento suficiente para uma vida sadia e ativa”.

    35 anos depois, 11 mil crianças morrem de fome por dia no mundo!

    Mas nunca conhecemos tanto progresso e tanta tecnologia!

    Falo só do mau uso da tecnologia, mas, no Brasil, há outro fator ainda mais cruel:
    A corrupção e o mau uso do dinheiro público.

    Milhões de famintos no nosso rico país tropical e os Sarney, Collor, Lula, mensaleiros e tantos outros se regozijando, comprando champanhe de milhares de reais, rindo às custas dos gritos de agonia do futuro do Brasil – nossas crianças famintas.

    Realmente penso que precisamos refletir muito sobre o quanto temos evoluído enquanto seres humanos. Nosso desenvolvimento necessariamente tem que nos levar a ser exatamente isso: Mais humanos! Mais preocupados com o próximo, com o planeta e com aqueles que, depois de nós, irão habitá-lo.

    Parabéns pela idéia de lançar uma reflexão tão rica no nosso blog, Vinícius.

  4. Rapaz, ótimo texto.

    Ética realmente é um tema muito importante, pois nem mesmo o mais brilhantes dos filósofos consegue conceituá-la perfeitamente mesclando em apenas uma frase todos os seus sentidos. A evolução foi marcada com o chamado sentimento de superioridade. Desde as guerras antigas entre Egípcios e Assírios, Católicos e muçulmanos, etc.. Foi esse Sentimento que levou Hitler a aniquilar Judeus, e é essa auto-afirmação de país mais poderoso do mundo que faz com que os EUA tentem ditar as regras das relações internacionais (muitas vezes conseguindo).

    No mundo em que vivemos é realmente difícil encontrar alguém honesto e ético. Pois é fácil levantar pra um velhinho sentar, mas na hora de dizer não à corrupção tudo fica mais complicado. Ainda falam que quem não se corrompe é um besta, pois hoje todo mundo é assim, como diz aquele texto de Elisa Lucinda: “deixe de ser boba desde cabral que aqui todo mundo rouba”, e é a vontade de coração de dizer “não admito” que diferencia os honestos dos que não são.

    É certo que desde o começo dos tempos as pessoas sempre quiseram o melhor para si e para os seus protegidos. Mas o que torna isso anti-ético é que muitos pra fazer isso extrapolam na medida, pois o direito de um acaba onde começa o do outro, e em uma sociedade existe o direito individual e o coletivo, este nunca pode ser realizado depois daquele.

    Há muitas abordagens dentro do tema da Ética. Ética e evolução é apenas um deles. Sei que este tema ainda vai render muito no futuro do nosso Blog.

    Parabéns Vinícius, o texto realmente está muito bom.

  5. Parabéns pelo texto Vinícius! É um bom tema para discussão, apesar de complexo.
    Quando a gente para para refletir sobre o começo de tudo é mesmo de se espantar. Antigamente, até antes de uma batalha as duas frentes se cumprimentavam, existia uma honra, uma palavra dada que valia mais que qualquer outra coisa. Hoje em dia não se vê mais isso. Pelo contrário. Os homens estam cada vez mais animalescos, mais ávidos por sucesso, e isso é evidência de retrocesso, apesar de tanta evolução em termos tecnológicos. No trecho em que você fala de superioridade econômica, armamentista… eu lembrei da situação em que ficou a Rússia durante a guerra fria: Todos achando que o país era o “top” em desenvolvimento, quando na verdade as necessidades mais básicas não eram supridas. Nesta parte que você escreveu: “contribuir para um grupo de pessoas com uma coisa chamada superioridade” me veio à cabeça a palavra alienação. Quantas pessoas, de fato, entendem e usurfruem de tal evolução? Tantas máquinas sendo “empurradas” para nós freneticamente pode não resultar em algo bom. A capacidade humana é ilimitada, mas seu produto não pode ser.
    Parabéns de novo pelo texto…muito interessante. xD

  6. Em todo o texto, houve algo que me fez refletir bastante: o fato de como as comunidades humanas mudaram, ou de certa forma “evoluíram”. As primeiras sociedades foram formadas com o intuito de tentarem sobreviver. Eles perceberam que se andassem juntos, seriam mais fortes, então não havia grandes exigências para tornar-se parte desse grupo, bastava ser um ser humano e estar próximo. Já hoje em dia, para fazer parte de uma comunidade é necessário atender a certas exigências. Antes os homens se juntavam em grupos para se oporem aos demais animais, hoje os seres humanos se juntam para se oporem aos outros seres humanos. Os grupos agora são formados por pessoas de mesma cultura, raça e ideologias. Desse modo, esses diferentes grupos “lutam” entre si para ver qual o maior ou o mais forte. Logo, conclui-se que a busca agora não é pela sobrevivência, mas sim pelo poder. Ou melhor, para os mais privilegiados, a busca agora é pelo poder, para os menos favorecidos, infelizmente, a luta ainda é pela sua sobrevivência.

    Antes a balança era equilibrada, as pessoas eram iguais e buscavam o bem coletivo. Em algum momento na história, esse equilíbrio foi quebrado, a pergunta em questão é: será que é possível recuperarmos esse equilíbrio novamente?

    Muito bom texto Vinícius, parabéns! 😀

  7. Estou atrasada, mas, em fim, estou de volta. Nossa Vinícius que texto dificílimo de entender.
    Admiro os filósofos que deixaram na historia algumas perguntas sobre a evolução humana.É interessante quando você cita que eles foram aprendendo a viver em grupo,os tornando assim, pessoas mais fortes.A sociedade precisa muito, posso até colocar que “eu” preciso muito aprender a viver em grupo, aprender com o outro.
    Parabéns, Vinícius, seu texto me ajudou muito.

    Abraços!!

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