Correntes ou Lentes: Paradigmas em História

Clio - Deusa da História

Por José Reinaldo do Nascimento Filho

Podemos pensar a História como uma sucessão de paradigmas científicos a partir dos quais essa ciência é escrita. Um paradigma comporta um conjunto de facetas ou dimensões. É uma espécie de “modelo mental” que norteia um campo cientifico num determinado momento ou fase do seu desenvolvimento.

O conceito de paradigma científico foi formulado pelo epistemólogo Thomas S. Khun (1922-1996). Ele destaca o paradigma como: teorias, leis, instrumentos e metodologias. São lentes através das quais o historiador lê o passado. Basicamente o paradigma diz ao historiador o que pesquisar e como pesquisar.

Cada lente (diga-se paradigma) funciona em conformidade com a sua natureza. Uma pá não funciona como um alicate, nem um computador como microondas. Cada instrumento possibilita um uso em conformidade com o seu feitio. Do mesmo modo os paradigmas; esses são ferramentas intelectuais, instrumentos de trabalho mental e técnico do pesquisador. Não peçam de cada paradigma aquilo que ele não pode ou não se propõe a dar. Não exijam de uma novela global refinamento e sutilezas psicológicas da “alta literatura” de um Dostoiévski.

São apresentados ao historiador inúmeros caminhos e possibilidades para “ler o passado”. Pensando nisso que pretendo a partir de agora apresentar algumas correntes historiográficas, para que você leitor conheça um pouco do nosso oficio. Pretendo para exemplificar propor um tema e analisá-lo segundo as diversas lentes ou correntes historiográficas.

Digamos que eu queira escrever a História do Brasil adotando as lentes marxistas. Em decorrência dessa escolha epistemológica e ideológica serei obrigado a por no cenário da minha pesquisa as “condições materiais de existência”, os conflitos entre classes, a famosa “luta de classes”: Senhor x Servo, Rei x Burguesia, Burguesia x Proletariado. Assim, a opção implica certo olhar sobre a história.

Os pesquisadores fisicalistas escolheram ler o mundo como sendo regido pela causalidade, quer dizer, uma sucessão de causas e efeitos. Essa lente fornece àquele que o adota a temática das raças e do meio como agente histórico. Notem como as obras de Euclides da Cunha – Os Sertões, em especial – sofreram influência dessa corrente historiográfica.

Existem correntes que vêem o saber histórico como algo próximo da ficção literária. Abrigados sob a rubrica do Pós-modernismo – mesmo eles próprios não gostando dessa classificação – temos Michel de Certeau (1925-1996) e Hayden White. Autores que problematizaram o estatuto da historiografia enfatizando a sua dimensão discursiva ou mesmo ficcional. White, em “Trópicos do Discurso: ensaio sobre a crítica da cultura”, afirma: “… considerar as narrativas históricas como aquilo que elas manifestamente são: ficções verbais cujos conteúdos são tanto inventados quanto descobertos e cujas formas têm mais em comum com os seus equivalentes na literatura do que com os seus correspondentes nas ciências”. Para esse autor, o relato histórico é, antes de tudo, um “artefato retórico”. A sua linguagem é figurada e, longe de ser um meio transparente, é algo que prefigura a realidade histórica. Dessa maneira White aproxima o fazer histórico da literatura.

Não podemos esquecer o papel importantíssimo do Positivismo com Auguste Comte na formação da chamada História científica. Sua máxima é a de que os métodos e técnicas aplicados no estudo da sociedade devem ser os mesmos das ciências naturais. Assim, o historiador analisaria suas fontes sem colocar nenhum “juízo de valor”, com neutralidade, dissecando os “fatos” como se fossem objetos em um laboratório. Estudaríamos o “homem” através de métodos e lógica, como faria um matemático com seus cálculos.

Caso você se deleite com a dimensão simbólica da vida humana, os sensíveis à cultura têm no paradigma analista a opção certa. A Escola dos Annales fornece um instrumental muito propício para tratar destas questões e dimensões. Os analistas trazem à tona a história dos marginais, questões sobre a memória e mentalidade, noções de história estrutural e conjuntura. Essa corrente histórica tem como maiores expoentes: Lucien Febvre, Marc Bloch, Fernand Braudel, Jacques Le Goff, Roger Chartier, etc.. Seu olhar sobre a História do Brasil estaria direcionado para os que estão à margem da sociedade. Muda-se o foco da narrativa. Não estaremos mais interessados nos grandes heróis e suas conquistas, olharemos para as interpretações das pessoas que sofreram as conquistas e ações desses heróis. D. Pedro II? Deodoro da Fonseca? Getúlio Vargas? Agora não.

Não poderia deixar de colocar aqui nessa apresentação as duas correntes que mais me fascinaram: A História Cultural e Micro-História.  A primeira corresponde a cerca de 80% da produção historiográfica nacional. Ela ganha força a partir dos anos 70, com a “crise dos paradigmas explicativos”, que é o esgotamento de modelos e de um regime de verdades e de explicações globalizantes, com aspiração à totalidade. Assim, para um historiador cultural, não seria possível uma “Historia do Brasil”, mas, no mínimo, a “História dos Brasis”. Percebam como a história globalizante apresenta problemas que são fáceis de ser percebidos: em algum momento da sua vida de estudante você ouviu falar na “História do Acre”? Ou como esse Estado sofreu ou causou algum tipo de influência para formação do que conhecemos como nação brasileira? Duvido muito. O que a História Cultural pretende, dentre outras coisas, é estudar as especificidades.

A História Cultural não se configura apenas como uma crítica às correntes com tendências a explicações globalizantes, ela acarretou mudanças epistemológicas com a entrada em cena de novos conceitos que reorientam a postura do historiador. Dentre esses estão: representação, imaginário, narrativa, ficção e sensibilidades.

A outra corrente historiográfica é a da micro-história, vertente que tem sido associada à “maneira” italiana de fazer história, em especial nomes como Carlo Ginzburg e Giovanni Levi. A micro-história, como o nome indica, realiza a redução de escala de análise, seguida de exploração intensiva de um objeto limitado. Preocupa-se com a narrativa e apresenta ao leitor todos os meandros da pesquisa; não apresenta somente o produto pronto, mas todos os percalços da investigação. Poderia citar aqui como exemplo de trabalho nessa área de pesquisa histórica o “Queijo e os vermes”, de Ginzburg, mas como a proposta inicial foram pesquisas relacionadas à “História do Brasil”, apresento aqui o livro do historiador Boris Fausto, “O Crime no Restaurante Chinês: Carnaval, Futebol, Justiça na São Paulo dos anos 30”. Nessa obra, Fausto recorre aos arquivos da história e da memória pessoal para narrar e analisar um dos acontecimentos policiais que mais mobilizaram a opinião pública paulistana. Um homem negro era acusado de matar o ex-patrão e mais três pessoas com terríveis golpes de pilão. O historiador narra o processo das investigações com a maestria de um romancista. As fontes dessa reconstrução do passado são basicamente a memória do autor e os vários jornais e órgãos de imprensa que mobilizavam a opinião pública, muitas vezes com sensacionalismo.

Isso mesmo que você leu: Boris Fausto, mais conhecido pelas suas obras com pretensões totalizantes – História do Brasil, História Geral da Civilização Brasileira, Revolução de 30 – surge com esse livro que fica restrito a apenas um crime. Para muitos historiadores essa foi uma curiosa surpresa, principalmente depois de afirmações nada humildes do próprio Boris, quando esse dizia ter “escrito tudo sobre a história do Brasil”.

Fica aqui uma apresentação dos paradigmas que permeiam os caminhos do pesquisador historiador, a tentativa de apresentar as inúmeras possibilidades para “leitura do mundo”. Concebam essas correntes ou lentes como alternativas de escrita da História, e não como verdade ideológica ou moral. Cada uma delas possibilita ou interdita. Os paradigmas históricos são opções epistemológicas e existências. São instrumentos a serviço do pesquisador, nos quais convertemos e educamos nosso olhar, a mente e a nossa sensibilidade.

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14 Respostas para “Correntes ou Lentes: Paradigmas em História

  1. Correntes ou lentes? Belíssimo texto, Reinaldo. Alto nível mesmo.
    E para quem gosta de história, como eu, é importante conhecer essas formas de se olhar e analisar os fatos históricos. Tenho muito interesse pela Ciência Política, que, por sua vez, é indissociável da história. Já li diversas obras que, teoricamente, falam de política, mas, na verdade, poderiam ser classificadas como história. Cito apenas exemplos de um autor de quem virei fã: José Murilo de Carvalho. Ele escreveu “A Formação das Almas” e “Os bestializados” sobre a República no Brasil. Como ela surgiu e se formou; quem participou das articulações e acordos; o quanto o povo estava – ou não estava, na verdade – envolvido; a importância dos símbolos para consolidação do ideário republicano. É uma análise bem mais pontual, mas ao mesmo tempo mais abrangente, já que nos permite fazer diversas deduções acerca do nosso atual estágio em relação à cidadania, consciência política e corrupção.
    Outro livro interessantíssimo, ainda do mesmo autor é “Cidadania no Brasil: o longo caminho”, no qual ele faz uma viagem do que foi o exercício da cidadania – adotando a abordagem de Marshall, de direitos civis, políticos e sociais – ao longo de toda a história do Brasil, desde o descobrimento, dando especial ênfase a partir do primeiro Governo Vargas, passando pelo Estado Novo, ditadura militar e a redemocratização do Brasil com as “Diretas Já” e a “Constituição Cidadã”, de 88.
    É uma viagem pela história e pela política, e nos auxilia a compreender o quanto o passado é importante, não como saber histórico apenas, mas como fonte de explicação para tudo que nos acontece e acontecerá – politicamente, socialmente, culturalmente.
    Seu texto revela alguém apaixonado pela história e com muito conhecimento acerca desta ciência. Estude cada vez mais e empregue bem o seu tempo. Precisamos de quem conheça e ame o que faz.
    E um conselho: se dedique à história do Brasil. Já há gente suficiente pensando o problema dos judeus ou da 2ª guerra. Entender o que acontece no Brasil, apesar de não ter tanto “apelo”, é mais relevante.

    Parabéns!

  2. Parabéns pelo texto Reinaldo!!
    Não sou fã de história, na verdade nem gosto. Mas sou obrigada a reconhecer a importaência desse conhecimento. Percebo isso, mais claramente, com a necessidade de conhecer a história do Brasil, principalmente, para entender o porquê de tantos escândalos na política, por exemplo, e procuro saber mais sempre que tenho alguma oportunidade.
    Com relação ao tema abordado, não tenho intimidade, mas acho que deu para entender algumas dessas visões históricas, inclusive, acho que a mais usada nas escolas é a que relaciona causas e efeitos, até porque, o vestibular é um fator limitante que não permite ir mais além. A mais difícil, acredito que seja a isenta de juízos de valor. Todos nós temos alguma tendência que por mais que tentemos esconder, acaba transparecendo, mesmo que implicitamente.
    É muito bonito encontrar pessoas tão apaixonadas e interessadas em aprender para ensinar da melhor maneira possível o que sabe.
    Parabéns Reinaldo, continue assim xD

  3. Muito legal o texto. É interessante esse tipo de visão que o historiador se coloca para interpretar e pesquisar os fatos. É como contar uma mesma história de uma infinidade de maneiras diferentes, e nenhuma delas estará errada. A parte que eu mais gosto da história (sem contar a 2ª guerra,que todo mundo gosta) são as civilizações antigas. Egito, Grécia, Roma, Mesopotâmia, fenícios, etc. Acho que esse gosto tem um pouco a ver com RPG, mas também é por causa dos mistérios que rondam essas civilizações. Construções antigas, mausoléus, cidades perdidas, catacumbas, cemitérios de deuses, esfinge, cavernas, etc. Tudo muito bem explorado nas revistas dos ducktales, e em aventuras investigativas de mickey e pateta, as quasis ainda sou apaixonado. Não sei muito bem se esse meu gosto se enquadraria em um estudo mais sério da história, mas para mim a maior diversão do seu estudo são as lendas, a cultura, e a fantasia por trás da realidade.

  4. Muito legal o texto. É interessante esse tipo de visão que o historiador se coloca para interpretar e pesquisar os fatos. É como contar uma mesma história de uma infinidade de maneiras diferentes, e nenhuma delas estará errada. A parte que eu mais gosto da história (sem contar a 2ª guerra,que todo mundo gosta) são as civilizações antigas. Egito, Grécia, Roma, Mesopotâmia, fenícios, etc. Acho que esse gosto tem um pouco a ver com RPG, mas também é por causa dos mistérios que rondam essas civilizações. Construções antigas, mausoléus, cidades perdidas, catacumbas, cemitérios de deuses, esfinge, cavernas, etc. Tudo muito bem explorado nas revistas dos ducktales, e em aventuras investigativas de mickey e pateta, as quasis ainda sou apaixonado. Não sei muito bem se esse meu gosto se enquadraria em um estudo mais sério da história, mas para mim a maior diversão do seu estudo são as lendas, a cultura, e a fantasia por trás da realidade.
    Muito bom o texto!!! Parabéns

    xD

  5. Não tenha dúvidas Eduardo que esse estudo se enquadra na História dita como séria. E coloquei como exemplo uma corrente/lente, que tem como fonte de estudo o imaginário coletivo no texto. Essa “coisa” que fica em nossa cabeça – na maioria das vezes distorcida, construida, maquiada ao longo dos anos – que nos faz pensar a realidade de uma forma diferente, através de símbolos, arquétipos, lendas. A História Cultural procura compreender o homem simbólico, suas representações – nas esferas políticas, culturais, econômicas, etc – e a questão do imaginário coletivo e individual. Qualquer tipo de legado deixado pelo homem, tanto na forma material ou imaterial, é passivo de estudo para o pesquisador historiador. Quando você coloca os Ducktales – aparentemente um exemplo não muito relacionado a história – para um historiador é prato cheio, porque pode apresentar como são construídas, no imaginário coletivo, as representações dessas civilizações nas histórias em quadrinhos de Walt Disney.
    Através do comentário de Renata percebi algo no texto que deveria ter sido mais esclarecido e aprofundado (dentre outras coisas, claro). Foi a questão do Positivismo e sua tentativa de imprimir em seus estudos históricos a imparcialidade. Da maneira como coloquei isso no texto ficou parecendo que os positivistas realmente conseguem essa façanha. Mas lembre-se Renata, isso são PRETENSÕES de um grupo de pesquisadores que queriam fazer da história uma ciência “exata”, tal qual a matemática. Imaginem um historiador fã de Antônio Carlos Magalhães, ele pretende escrever sobre a trajetória desse político. Será que realmente nessa pesquisa estariam incluídas todas as histórias de corrupção envolvendo seu nome? Os podres desse político seriam relatados? E se fossem como seriam? Como será que esse historiador iria narrar a vida de ACM?
    A imparcialidade não existe. O homem escreve de maneira apaixonada, não importa se esse texto for direcionado para a academia. Estamos carregados de sentimentos, escolhas,direcionamento e ideologias.

  6. Parabéns Reinaldo! Tá parecendo um texto de especialista em história. Você soube especificar as correntes que surgiram graças as mais diversas visões que o homem tem do mundo, além das caracteristicas de cada uma, com coesão e sensibilidade para detalhar o suficiente para que nós que não estudamos históri a tenhamos uma ideia melhor de, digamos, com que lentes nós iremos interpretar um fato histórico.

    Acho que muitos de nós alunos, ao estudarmos história ou qualquer outra ciencia interpretativa e descritiva, principalmente no que diz respeito a fatos comumente comprovados, passamos por algo que você descreve como o que “possibilita ou interdita” fazendo com que nós, aprendizes, fiquemos de certa forma a parte de toda a elaboração esquematica e didatica proposta por um determinado autor em que nos baseamos, justamente porque existem inúmeras formas de se “enxergar” o fato.

    Esse tipo de analise que você propôs é essencial para que nós estudantes melhoremos o nosso senso critico das coisas que lemos cerca de uma realidade sendo ela fato científico ou não, além de é claro sabermos que podemos recorrer a uma maneira de interpretar que melhor nos agrade, estimulando-nos ainda mais a ampliar o nosso conhecimento numa determinada area.

    Muito pertinente e abragente o seu texto reinaldo. Mais uma vez parabéns!

  7. A grande maioria das pessoas tem uma visão muito pobre em relação à história, pensa que é exclusivamente a narração dos fatos. E o pior, acha que se trata de coisas apenas do passado. Interessante o modo como você apresentou essas outras “lentes” da história. Afinal, história não é só relatos do passado, mas sim um estudo do passado; uma observação da sociedade, da evolução do homem. É uma forma de “saiba de onde veio e saberá para onde ir”, porque a história trata também de estudar o passado para entender o presente.

    Impressionante essa sua paixão pela história Rei xD

    Muito bom texto! Parabéns feio =P

  8. Quando entramos na escola desde os primeiros anos, os professores passam uma visão de Historia de forma muito complexa e de difícil entendimento. E o que fica marcante pelo menos para mim, é que Historia é algo que já passou e que preciso estudar todo aquele conteúdo para tirar uma boa nota na prova. É interessante a sua abordagem de falar em Historia, porque nos dá uma visão clara e objetiva deixando bem nítido de como entender a sociedade que vivemos. O nível de escolaridade hoje no Brasil cada vez mais esta ficando precário. Precisamos de professores realmente capacitados, e que estudam realmente, para formar alunos críticos.
    Estou aproveitando também o momento, já que estamos chegando no dia do professor para lhe parabenizar, e dizer que acredito no seu potencial como professor.
    Belíssimo texto. Meio atrasada, mas cheguei!

  9. PARABÉNS! E OBRIGADA, pelo texto.
    A cada dúvida ou novidade, recorro à net.
    Esse texto sobre paradigma foi um achado. Adorei.
    Muito rico e bem escrito. Valeu…
    Boa sorte!

  10. Reinaldo,

    Sou aluno do colégio de aplicação, e vc tá estagiando lá né? Vc mandou a gent ler esse texto, é legal, -apesar de eu não ter entendindo nada com nada!kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk-

    vou ler o conto tb.

    Valeu cara boa sorte com tudo aí!!!!!!

  11. olá, sou um estudante de história e gostaria de pedir a autorização para citar esse “artigo” em um trabalho que estou fazendo para a graduação (um trabalho simples de 6 páginas) onde irei falar sobre os paradigmas sobre a história no século XX (os principais) e gostei muito da sua definição de paradigmas. E se for autorizado, você é estudante de história também? Grato desde já e parabéns pelo texto

    • Agradecido pela sua presença aqui no bosso Blog, Abner. Não tenha dúvidas. Sinta-se a vontade. E já aproveito para pedir: conheça um pouco mais o nosso blog. Quando tiver um tempinho, visite-nos.

      Ps: E sim, fiz o curso de Licenciatura em História pela Universidade Federal de Sergipe.
      Ps2: Do mais, envie o seu trabalho para o meu e-mail: reiparis@hotmail.com
      Ps3: Desculpe-me, não resistirei: leia o artigo que fiz:
      “MAUS: Do silêncio ao Holocausto”.

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