Planejamento de subsistência

Subsistência

Por José Leonardo Ribeiro Nascimento

Algumas pessoas são dotadas de uma incrível capacidade de definir as coisas. Um colega de trabalho, certa vez, falando da habilidade que alguns dirigentes tinham de alterar cronogramas, mudar programações e inovar quando o assunto era organização de trabalho, atrapalhando a execução das atividades que eles mesmos queriam melhorar, cunhou uma expressão que se tornou epítome de tudo o que nós pensávamos a respeito: segundo ele, o que se fazia no nosso trabalho era planejamento de subsistência. Em outras palavras, nosso planejamento se resumia a fazermos o que era necessário naquele dia, de acordo com o que fosse surgindo, sem qualquer visão gerencial. Nossa instituição, para ele, era amadora, assim como eram amadores os seus funcionários.

Lembro de uma situação que ocorreu há muitos anos, quando meu irmão veio falar, impressionado, da definição que o dicionário trazia para o termo agulha:

“Instrumento para coser, bordar ou cerzir à mão, que consiste em uma hastezinha delgada, reta ou curva, geralmente de aço polido, pontiaguda em uma extremidade e com um orifício redondo ou oblongo (olho) para a linha na outra (fundo).”

Obviamente esta não é a definição que ele trouxe à época, já que hoje não disponho mais daquele velho dicionário, que deve ter integrado o material escolar de meu avô. O que importa aqui é ressaltar como muitas vezes nos impressionamos quando vemos algo que parece óbvio traduzido numa linguagem compreensível. Naquela época, todos sabíamos o que era uma agulha, mas vê-la tão precisamente descrita havia despertado uma admiração especial em mim e em meu irmão. Descobríramos a idéia do conceito.

Meu filho, um dia desses, na imensa sabedoria que é inerente aos cinco anos de idade, deu-me lições de semântica. Não lembro como, mas o termo “hippie” veio à tona em uma das nossas acaloradas discussões. Perguntei-lhe então o que significava esta palavra.

– Ora, disse ele, é um homem de cabelo comprido!

Essa sua simplicidade e naturalidade ao definir um termo que representou todo um movimento de contracultura nos anos 60 e que traz ressonância até hoje, sem dúvida é oriunda de um episódio do Pica-Pau visto por ele várias vezes, no qual o filho de um Rei canta diversas vezes o bordão “eu sou hippie, não vou trabalhar!”.

O tempo vai passando e nossa compreensão acerca dos fenômenos do mundo vai aumentando. Tornamo-nos mais esclarecidos, mais críticos, mais capazes de discernir entre diferentes realidades. Ocorre que, às vezes, nos deparamos com situações que aparentam tal complexidade que não conseguimos defini-las. Outras vezes, usamos palavras à exaustão e, se pararmos para pensar, não sabemos como conceituá-las exatamente.

República e cidadania são dois bons exemplos de  termos correntemente utilizados e que usualmente não são objeto de uma análise mais acurada.

Todos estudam que no dia 15 de novembro de 1889 foi proclamada a República Federativa do Brasil. Sabemos que o Brasil é um “país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza” e cujas aves gorjeiam como em nenhum outro lugar. O “Federativa” refere-se ao sistema federativo em que nosso país é dividido, ou seja, é composto de várias entidades territoriais autônomas dotadas de governo próprio. São os nossos 26 estados, além do Distrito Federal e dos 5.564 municípios. E a República? O que significa o primeiro nome do nosso País?

A primeira resposta que vem à mente é que república vem do latim res publica, que significa coisa pública. Mas não é só isso. O Marechal Deodoro teria proclamado a coisa pública no Brasil?

Há algumas “dicas” que ajudam a identificar o que é uma República enquanto forma de governo. Nela, o coletivo é mais importante que o individual; o homem só se realiza se participar da coisa pública propriamente dita. A lei é o cimento da comunidade política; numa república, os critérios de justiça são bem estabelecidos e aplicáveis a todos, indistintamente. Também vigora a idéia do bem comum, ou seja, cada cidadão abre mão de parte de sua liberdade individual em favor do que é melhor para a comunidade; por isso, é tão necessária a participação política, o exercício da cidadania. As pessoas precisam se sentir unidas pelo sentimento de pertencerem a uma nação, e não apenas por falarem o mesmo idioma ou compartilharem o mesmo espaço geográfico.

Bastam essas características para que se suscite em nós pelo menos as duas perguntas a seguir: o Brasil é mesmo uma República? Reunimos todas as características citadas acima?

O brasileiro não tem essa cultura de valorizar o coletivo. Para nós, não existe exatamente uma coisa pública, a não ser quando nos referimos a coisas físicas: o prédio é público, a escola é pública, a praça é pública. Bem comum é uma idéia também muito difusa entre nós. A velha (e reprovável) idéia do “farinha pouca, meu pirão primeiro” impera. A máxima do “levar vantagem em tudo” e o “jeitinho brasileiro” ajudam a destruir qualquer noção de que é possível abrir mão de um direito individual pelo que é melhor para a comunidade. Os constantes maus exemplos dos políticos, principal – e às vezes, erroneamente, único – referencial de atividade política para a maioria do povo, agravam ainda mais esse mal.

A idéia de que todos são iguais perante a lei soa, na maioria das vezes, como piada para o grande público. Em um País em que o próprio Presidente afirma que Sarney, por ter uma longa ficha política – isso é bom ou ruim? – não merece ser tratado como uma pessoa comum, o que podemos esperar? Não há igualdade de fato, já que, em relação ao judiciário, quem pode pagar advogados caros nunca é condenado, protelando, por meio de recursos e mais recursos, as decisões e fazendo da justiça uma senhora, no mínimo, caolha.

Por último, em que pensamos quando falamos em nação? Acertou em cheio quem lembrou da “amarelinha”, da “seleção canarinho”, da “pátria de chuteiras”. Certo, somos o país do futebol, mas isso faz de nós uma nação? Esse é um conceito vital para a idéia de República, pois só persegue o bem comum, só abre mão de direitos individuais em favor da comunidade, quem acredita que todos os brasileiros formam uma nação, e que todas essas ações concorrem para o engrandecimento da nossa Pátria, o que implica necessariamente o crescimento e engrandecimento dos cidadãos.

Apenas para citar um exemplo isolado, recentemente houve grande polêmica pelo fato de uma cantora ter feito confusão com a letra do Hino Nacional Brasileiro, um dos símbolos da Pátria. Houve até quem sugerisse – inclusive a própria cantora – a mudança da letra, já que se tratava de uma composição antiga, com texto rebuscado e que, exatamente por isso, muitos não sabem cantar. Recuso-me a comentar essa sugestão. Vale a pena ressaltar aqui que o Hino Nacional é o único símbolo pátrio da época da monarquia que sobreviveu, apesar das tentativas dos republicanos de criarem um novo hino. Lembro-me que, quando criança, no final dos anos oitenta, todos os dias os alunos se perfilavam para cantar, ora o Hino Nacional, ora o Hino da Independência, ora outro dos hinos cívicos. Naquela época, também tínhamos aulas de Organização Social e Política do Brasil, a famosa OSPB, além de Educação Moral e Cívica. Tudo bem que essas matérias foram criadas em pleno regime militar, em substituição à filosofia e à sociologia, tanto para impedir a reflexão por parte dos alunos, quanto, especialmente, para pregar a ideologia da ditadura. Com o fim desta, as duas matérias acabaram sendo abolidas e criou-se uma espécie de trauma, já que não há hoje, nos currículos escolares, nada que dê ao aluno noções de civismo, de pátria e de cidadania.

Cidadania, que, por sinal, traz íntima relação com a república. Esta precisa ser formada por cidadãos, por pessoas que, como vimos, participem da coisa pública. Voltando à questão dos conceitos, podemos perceber, portanto, que cidadania está ligada à idéia de inclusão – quem é e quem não é cidadão; à idéia de identidade – pertencer a uma nação; e à idéia de virtude republicana – a participação na coisa pública, visando ao bem comum.

Em relação à inclusão, há um longo histórico de conquistas no Brasil. Os brasileiros não somos tão acostumados assim a ser cidadãos. Na época do início da República, por exemplo, mulheres, analfabetos, escravos e pobres não tinham direito ao voto, uma das expressões da cidadania. Essas “exceções” constituíam a grande maioria do eleitorado. Prova disso é que, na primeira eleição para presidente da República, em 1894, votaram 2,2% da população. Só se aprende a votar votando, afirmou o Prof. José Murilo de Carvalho, em relação ao voto dos analfabetos, garantido de forma definitiva somente na constituição de 1988. Se considerarmos que, entre esse período de quase cem anos, a taxa de analfabetismo no Brasil esteve entre 65% e 25% da população com mais de 15 anos, verificamos que uma parcela considerável do nosso povo ficou impedida de participar do futuro político do país.

Ser cidadão, entretanto, não se resume ao voto. T. H. Marshall, sociólogo britânico, publicou, em 1950, um célebre ensaio chamado Cidadania e Classe Social, no qual afirmava que o verdadeiro cidadão precisaria usufruir de três tipos de direitos: Civis, Políticos e Sociais. Os direitos civis são os direitos individuais clássicos – direito à vida, à liberdade, à propriedade, etc. Os escravos no Brasil, por exemplo, foram por muito tempo privados desses direitos. Os direitos sociais são aqueles que garantem ao cidadão a participação nas riquezas do Estado. Foram conquistados a partir das lutas dos movimentos operário e sindical. São compostos por direito à educação, saúde, aposentadoria, trabalho, etc.. O voto é a representação maior dos direitos políticos, bem como a capacidade de ser eleito, mas há bem mais que isso. É possível e desejável que o cidadão participe do meio político não somente nos períodos eleitorais, mas durante o mandato dos representantes eleitos, fazendo-se ouvir, fiscalizando, expondo as suas demandas e necessidades.

Para se exercer a cidadania, neste sentido, é necessário se importar com o bem comum e, por isso, QUERER participar. Para que isso ocorra, é necessária a idéia de pertencimento à nação, o que não pode ocorrer somente quando o Brasil enfrenta a Argentina nos gramados. É fundamental saber que a sua participação faz diferença, e para isso o poder público deve garantir aos cidadãos meios de opinar, de contribuir, fiscalizar, reclamar, interferir nas políticas públicas. A cidadania, portanto, não é um conceito passivo: eu adquiri o meu Título Eleitoral, agora sou cidadão. Um exemplo emblemático do que NÃO É cidadania é um vídeo institucional de uma campanha da Unicef para os pais registrarem seus filhos. A música que toca afirma, em certo momento:

“[…] sem documento eu não sou ninguém. Eu sou Maria, eu sou João. Com a certidão de nascimento, sou cidadão[…]”

Sem dúvida, o registro das crianças é essencial. A cidadania, porém, implica ação, movimento, dinamismo. O cidadão busca conhecer seus direitos enquanto coletividade, procura saber onde estão sendo aplicados os recursos públicos, cobra e acompanha as ações do político, tenha ou não votado nele.

Diante do fato de que, para a maioria dos brasileiros, sair do seu lugar, uma vez a cada dois anos para dar seu voto já é visto como chatice ou inutilidade por diversos motivos, o que dizer então das demais ações relativas à cidadania? Sair do seu comodismo para cobrar e acompanhar as políticas públicas, as ações dos políticos, é algo impensável para a maioria de nós.

Estamos em um processo de aprendizagem (mas quem ensina?): O Brasil aprende a ser república; os brasileiros, a ser cidadãos. Até lá, parafraseando meu colega de trabalho, vivemos numa República de Subsistência: a nossa cidadania só dá para o gasto.

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7 Respostas para “Planejamento de subsistência

  1. O texto do Leonardo lembra muito aqueles comentários nos Telejornais. Sua linguagem simples e precisa possibilita ótimas reflexões sobre os temas (muito bem abordados, como já era esperado). Em nenhum momento percebo/percebemos a fuga das suas idéias centrais.

    Como já havia falado com o Léo, não tenho habilidade (ainda) de construir textos com um estilo tão pessoal, meus textos são estritamente formais. Aqui ele consegue dialogar, no mesmo nível, com André (seu filho de 5 anos), pica-pau, Deodoro da Fonseca, José Murilo de Carvalho (Historiador) e T. H. Marshall (sociólogo Britânico).

    Assim que ele me apresentou seu texto, e tive a oportunidade de lê-lo, me veio a lembrança uma aula de um dos meus professores, que de maneira simples, apresentavam temas complicadíssimos como o valor da República, Ética e Nação.

  2. Parabéns pelo brilhante e já esperado texto, Leonardo!
    Eu acredito que a falta do sentimento patriota em nós brasileiros é um dos principais, senão o pricipal, motivo de abstinência política em que vivemos. Eu não sou muito fã de política, mas em determinadas situações é necessário, não gostar, mas saber, ter noção do que se passa para poder reclamar da educação, da saúde, do transporte. E já que podemos escolher nosso governante, vamos aproveitar essa situação para escolher da melhor forma possível. Não acho que o Brasil seja um exemplo de país em qualquer sentido, mas por quê transformar isso em ódio que se concretiza em ações destrutivas e não em coragem para melhorar a situação? Conheço pessoas cujo sonho é ir embora do Brasil, ou votam no pior governate possível, ou se recusam a cantar o hino nacional.
    Acabei de assistir a uma aula de história sobre a Independência do Brasil, e é vergonhoso ver como nossa independência foi comprada. A professora disse que até Simon Bolivar e cia se recusaram a apoiar o movimento de independência do Brasil por acharem que o povo aqui ainda não tinha consciência sobre a importância de uma independência. Quanto mais uma república!
    Eu fico falando assim, parece até que eu tenho esse sentimento patriota, essa consciência, mas ainda não tenho. Acredito que a importância desses conceitos não surgem de repente, e é com a aproximação da minha idade de votar, e com textos como esse de Leonardo que eu sou influenciada (talvez não seja essa a palavra) a ter alguma responsabilidade nas minhas escolhas.

    xD

  3. Um dos estilos de cônica que mais gosto de ler é aquele em que o autor brinca com as palavras, descrevendo conceitos em diferentes perspectivas ( estilo muito usado por Luís Fernando Veríssimo). Simplesmente é muito legal de ler, interessante e cativante. E foi esse Sentimento que tive quando comecei a ler esse texto. Por ser um texto de Leonardo, eu já esperava algo muito bom, mas gostei muito mais. Ele fala de uma grande deficiência que todos nós temos: falta de conhecimento cívico e político. Há algum tempo atrás perguntei a Reinaldo Filho o que caracterizava uma república, e não me envergonho de não saber, há até pouco tempo, o seu significado real. Minha educação escolar, assim como a de todos os estudantes brasileiros, sejam estes da rede pública ou particular, foi muito insatisfatória quanto a esse quesito. E todos somos instigados, desde crianças, a ver a política, a nação, o estado, de uma forma “preconceituosa”, deturpada. Sim, em todos os anos do ensino médio tínhamos uma matéria que deveria suprir essa necessidade, mas isso não acontece. Dinâmica de grupo, Sociologia, Filosofia, Relações Pessoais, são algumas das disciplinas “alternativas” que fazem parte do meu currículo. Elas deveriam falar sobre, entre outras coisas, sentimentos patrióticos, república e outras formas de governo, importância dos símbolos nacionais (hino, bandeira, etc.), mas para nós, na maioria das vezes era apenas um horário vago ou mais um de Educação física. Poucos professores tentavam das algum tema para discussão, e a maioria apenas trazia aquelas dinâmicas retardadas para a sala. Claro que isso não era culpa apenas dos professores. Eles sempre eram formados em áreas distintas da Sociologia, ou até mesmo nem tinham formação superior. O que nos faz pensar: de quem é a culpa? De nós mesmos. Criticamos, criticamos, mas escolhemos maus governantes, e quando um de nós chega ao poder sempre nos viramos para o outro lado e esquecemos o fator comum, o social, a pátria. A Consciência Cidadã está brotando lentamente. Os jovens, que deveriam ser a esperança de um mundo melhor, parecem ter coisas melhores para ocupar a cabeça do que aprender um hino. Quanto a esses “manés” Que Renata citou (se recusam a cantar hino, odeiam o Brasil…), para mim isso nada mais é que uma prova de total ignorância…

  4. Realmente o tema abordado é interessante porque trás à tona um tema tão comum, mas que nós, até mesmo por também não exercermos nosso papel como cidadãos, sabemos da situação como está, mas não agimos, nem mesmo refletimos…
    Bem, você falou sobre o patriotismo, que realmente só existe “nos gramados”. Em tempo de copa, ou qualquer competição, onde vemos o Brasil participando, naturalmente torcemos a favor dele. Não só no futebol, como em qualquer esporte, pensando nisso, me perguntei por que isso acontece. Conclui o seguinte: num país com tantas diferenças sociais, onde o mais forte sempre está por cima, o esporte pode ser considerado um dos únicos lugares onde isso (praticamente) não existe. No futebol por exemplo, quantos exemplos existem de garotos que viviam em favelas, mas que com sua habilidade e uma pequena oportunidade, conseguiram tornassem grandes jogadores. Se você quer ver uma nação de verdade, veja uma torcida do mesmo time. Até mesmo por aqui por casa, converso sobre futebol (flamengo: D) com pessoas que são totalmente diferentes de mim, mas que por torcer pelo mesmo time forma-se uma união, algo tipo automático. Num campo de futebol jogam negros, brancos, pobres e ricos, e que está lá não foi o dinheiro que o pôs lá, mas sua própria capacidade.
    Não sei como tornar o brasileiro um cidadão, um patriota. Mas sei que um bom exemplo a se seguir é o do esporte…

    Legal seu texto Léo, apesar de eu não me interessar muito por política, esse tipo de coisa, achei muito interessante suas palavras.

  5. Parabéns pelo texto Leonardo!

    Esse é realmente um daqueles temas que nós como cidadãos iriamos de uma forma ou de outra fala sobre. Realmente, não da para escapar do que passamos séculos para nos tornar, mas em relação ao que acontece na politica de hoje, muitos brasileiros não a comparam mais com as tradições, mas sim apenas com o bom senso, resultando numa republica de subsistência, que vive apenas um dia após o outro, uma politica que se mostra a par de problemas de uma forma individual. Só que se formos parar para analisar melhor, num planejamento de subsistência é preciso contar com aspectos e apontamentos básicos para que o cenário realmente não venha a se tornar algo contrário até mesmo em relação ao inicialmente proposto, entre os quais se encontram a justiça e a igualdade: Algo que a muito tempo deixou de ser fielmente seguido. Para que a bagunça se faça numa casa de familia, basta apenas que os seus integrantes esqueçam que esta é uma casa de família.

    No mais, você soube abarcar no texto os inúmeros aspectos que se mostram presentes e também inerentes ao tema, dando ao leitor uma visão introdutória e ao mesmo tempo ampla do estudo da política, algo que acho realmente muito interessante de ser estudado, o falta apenas é o brasileiro perder essa noção de tempo perdido e de chorar o leite derramado, ainda há esperança, pois afinal, lá no fundo, trata-se de uma mudança na maneira de pensar e de agir, maneira esta que deve deixar de se dirigir apenas ao individual.

    Mais uma vez parabéns pelo texto, e saiba que ao aprofundar nesse tema caro, nesse estudo, nessa ciência, você se mostra preocupado também com a manutenção da nossa república.

  6. Ao ler seu texto e fazendo uma analise na parte em que você fala de política, lembrei-me de uma coisa que meu professor de planejamento orçamentário disse:” Todos nos somos políticos”.A unica arme que tenho e que não se diferencia de ninguém é o meu voto,portanto é preciso que nos não desperdiçamos votando em qualquer pessoa ou de qualquer jeito.Um dos mau dos brasileiros especificamente, é não acompanhar a destinação do nosso dinheiro.Estive observando que muitas pessoas só se importam se o dinheiro do fome zero chegou ou não.

  7. eu di novooooo^^

    Parabéns pelo texto, legal muito bem escrito, esse é mais fácil de entender do que o dos paradigmas^^

    Flw.

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