O Curioso e o Coco Verde – Capítulo VII

Por Renata Deda

Capítulo VII

Enquanto os garotos se viam com esse problema, o coronel limpava os dentes com o último ossinho da costela de porco feita por D. Glorinha, que agora retirava os pratos da mesa. Foi bem na hora que Isaias chegou.

– É patrão… não teve jeito. Depois de deixar o senhor em casa ainda rodei mais de uma hora de relógio esses arredores e não encontrei o ladrãozinho. O que nós faz agora?

O coronel se levantou da mesa na mesma hora, enfurecido com a incompetência de Isaias.

– Você é mesmo um caipira que não serve pra nada não é? Como é que deixa escapar um jumento como aquele?? Grande que só um vara-pau! E ainda mais cheio de pirralhos juntos dele!

– Mas o home era ligeiro que nem… que nem… uma raposa seu Otáv…..

-Não quero mais saber de nada! Me deixe em paz que eu já estou no limite!

-Doutor.

– Que é agora?

– Lembra quando eu entrei na sala do sinhô pra dizer que o ladrão já tava no curral e tinha um menino franzino lá em pé?

-Lembro sim. Que é que tem? Era um bestinha que queria me entrevistar por causa de um trabalho para o Dia Nacional do Livro.

– Eu tenho quase certeza de que quando a gente tava perseguindo o Manoel, era esse menino que estava com ele na garupa. Ele e mais outro que eu não consegui ver o rosto. Será que os dois “tão”…

– Larga de ser besta homem. É claro que não! Onde já se viu tanta imaginação, nem eu lembro direito da cara dele.

Depois dessa breve conversa, o coronel disse a Isaias que logo cedo sairiam atrás de Manoel, e foi se deitar.

Ao chegar ao quarto, o coronel se lembrou que havia deixado o tal menino da conversa em sua biblioteca na casa da cidade, e ficou imaginando se sua empregada teria cumprido suas recomendações de ficar de olho no garoto. Mas, cansado de tanta perseguição – a tardinha tinha sido bastante agitada – , resolveu ceder à dormência que lhe atingia os olhos, terminando com um último pensamento: “Amanhã eu encontro o bandido e depois de matá-lo, vou pra casa saber dos acontecidos”.

***

– A carta está inteira, nem um milímetro de sujeira, mas o envelope não serve mais, está todo sujo de lama. O que faremos André? O que faremos?

– Não se preocupe Ítalo, na casa da professora Márcia deve ter mais envelopes como esse. Nós vamos para lá agora, arrumamos o envelope e amanhã cedinho pedimos para ela nos deixar em casa.

-Mas André, esse não é um envelope qualquer, veja. Tem umas letrinhas aqui no canto. Será algum código? Você que lê tanto, já viu isso em algum lugar?

– Hum… é mesmo. Eu já vi um envelope assim! E o conteúdo da carta não era nada bom.

Em meio aos seus pensamentos, André lembrou-se de que certa vez um tio seu recebeu uma carta, e recordava que a família entrara em desespero quando leu o que estava escrito. Ele lembrava do envelope com a gravação SNI ( Serviço Nacional de Informações ) seguida de um “SIGILOSO” destacado em vermelho. E era exatamente assim o envelope cheio de lama que estava em suas mãos.

Depois de compartilhar com Ítalo suas memórias, este perguntou-lhe:

-Sim, mas como vamos conseguir o envelope para substituir o sujo?

– Não sei. Vamos voltar primeiro para a casa da professora Márcia e lá a gente pensa em algo.

Pouco tempo depois, os garotos já estavam virando a esquina, quando viram uma cena estranha: A professora Márcia parecia estar dando explicações a dois policiais que estavam saindo de sua casa. André logo pensou que seus pais pudessem ter mandado a polícia procurá-lo. Seria isso?

Márcia demonstrava estar um pouco atordoada com aquela visita, tanto que só perguntou aos meninos onde eles estavam e pronto. Nenhum sermão, nenhuma discussão. Nada. Pelo visto, parecia que ela já estava em casa quando os policiais chegaram, pois a mesa já estava posta e seu pão tinha umas três mordidas. E enquanto os meninos começavam a comer, Márcia não saía da quarta mordida, e eles perguntaram:

– O que houve com a senhora, professora? Quem eram aqueles homens?

E a única coisa que ela disse foi:

– Dr. Otávio Assunção.

Os meninos se entreolharam e não tiveram coragem de perguntar mais nada. Esperaram ela ir dormir – o que não demorou muito – e foram no quarto onde outrora André encontrou um livro comunista. O livro não estava mais às vistas como antes, mas isso não importava muito. Ítalo, num surto momentâneo de lucidez, sugeriu que eles procurassem algum envelope como aquele da carta. E não demorou muito eles encontraram um envelope igual, escondido dentro de um buraco falso na parede, atrás de uma pequena estante cheia de livros patrióticos, os quais André já estava cansado de ver a capa, pois era o que mais tinha em sua escola: livrinhos verde e amarelo que ensinavam a ser brasileiro. (???). Estavam salvos. Agora era só substituir o envelope velho pelo novo, e dormir.

Como de costume, no interior as pessoas acordavam bem cedo. Antes de o galo cantar já se sentia o cheirinho do café coado entrando pelas janelas. E quando os meninos adentraram a sala tiveram mais uma surpresa.

– Por que está de malas feitas professora? – Perguntou Ítalo.

Ela respondeu:

– É uma longa história, meu querido.Um dia você vai entender os adultos… Mas agora vamos comer que o tempo é curto. Vou levar vocês para casa e depois vou resolver uns problemas meus. E aproveitando o ensejo, o que os dois mocinhos estavam fazendo fora de casa aquela hora da noite?

– Eh… ham.. cof cof ..

-Nós estávamos na porta, sabe professora, tomando um arzinho, quando… quando meu irmão, Rafael, passou por nós e nos chamou pra ir tomar um refrigerante no bar com os amigos dele. É, foi isso.

-Exatamente isso! – confirmou Ítalo.

– E por que vocês não o fizeram esperar por mim para irem pra casa em companhia de um irmão?

– É que… eu acho que ele não ia voltar pra casa não. Estava reunido com uns amigos comunistas que o papai não gosta, e tão tarde da noite…

Ao falar a palavra “comunista” foi nítida a transformação da professora. Ela parecia mais um camaleão tentando se camuflar em ambientes diferentes a cada segundo. Do branco passou para o azul, depois verde, depois vermelho como sangue. E depois de se recuperar um pouco do susto, disse:

– Cuidado ao falar essa palavrinha, André. Eu sei que você é um rapazinho esperto, não vai querer se encrencar à toa. Mas como é mesmo o nome desse seu irmão? Rafael? Como ele é?

– Ah, meu irmão é alto, cabelo preto e liso que nem o meu, magro que nem uma tripa seca, feio que dói, chato que só uma mula, e… pra quê que a senhora quer saber?

– Nada não.

Nesse momento, até Ítalo percebeu uma mudança na fisionomia da professora, e cochichou para Ítalo: “Será que ela conhece seu irmão?”

Depois de alguns minutos, todos se levantaram e foram em direção à saída. Por sorte conseguiram avistar o primeiro ônibus que ia pra cidade chegando. Correram um pouco e logo estavam sentando nos últimos assentos do transporte.

Enquanto isso, o coronel saía com Isaias em busca do “foragido” para dar-lhe um corretivo.

-Vamos logo Isaias, não temos tempo a perder. Você falou ontem do moleque e eu fiquei pensando que você pudesse ter razão. Ele ficou muito tempo sozinho no meu santuário. Podia estar tramando alguma coisa pra cima de mim. Vamos, vamos logo homem. Se em pelo menos meia hora de busca a gente não encontrar o ladrãozinho safado que deixou meu pobre cavalo doente, nós vamos pra casa para eu saber direitinho o que sucedeu depois que eu saí de lá.

– Tudo bem coronel. Se o senhor quiser voltar pra casa agorinha eu continuo minha busca e faço o serviço direitinho.

– Não. Eu quero que você me acompanhe nas duas “caçadas”, Isaias. Quero sentir o gostinho de espremer os miolos do que mexeu com meu bicho e sentir o prazer de ver você o torturando como ninguém, e de arrancar cada unha, cortar cada dedinho, cada pedacinho do corpo daquele garoto, se ele tiver malinado nos meus livros. Faço questão disso, Isaias.

Depois dessas palavras, até o próprio “Isaias, o quebra coco” estremeceu nas bases.

Passado uns 30 minutos, o ônibus em que se encontravam os garotos e a professora parava num ponto no meio da estrada perto da casinha que um dia André considerou abandonada. Nesse momento a professora desceu do ônibus, e antes de sair disse aos meninos:

– A partir de agora tenho que deixá-los sós. Não vai mais ser seguro para vocês continuarem em minha companhia. Terei também que parar de ensinar no Lagoense, – nesse momento, Márcia percebeu que os meninos iam falar alguma coisa e interrompeu-os – mas não se preocupem comigo, ficarei bem. Quando estiverem na idade certa vão entender por que estou dizendo isso. E quanto a seu irmão, André, não se preocupe, pelo que o conheço, é do tipo que sabe se safar de qualquer situação. Esqueça a história dos comunistas, certo?

Com os olhos embebidos de lágrimas, a professora terminou seu “mini-discurso” dando um abraço bem apertado nos meninos que, apesar de não terem entendido nada, estavam quase chorando. A cena da professora partindo sozinha mata adentro e se encontrando com algumas pessoas mais adiante, certamente marcaria a memória dessas crianças.

Sozinhos no ônibus, agora, depois de um breve momento de silêncio e recuperação da fala, Ítalo disse:

– Esse abraço pareceu de despedida, não foi André?

– É Ítalo. Mas algo me diz que a professora vai ficar bem. Agora, desde que saímos de casa que eu não consigo parar de pensar o que o Coronel Assunção tem a ver com os policiais na casa da professora ontem à noite.

– Talvez seja algo relacionado ao irmão dela.

-É, pode ser.

Passado mais 30 minutos de viagem, os garotos chegam à cidade deles. Aliviados por terem à mão o livro, a carta e o envelope, mas temerosos com que desculpa eles entrariam na casa do coronel.

De repente, Ítalo tem uma visão que quase o faz encontrar com Deus mais cedo: O coronel e Isaias chegando à cidade.

– Ai meu Deus, é hoje que a gente morre, André, é hoje!

André também ficou apavorado, mas para manter as aparências diante do amigo – a covardia de Ítalo valia pelos dois juntos – disse que ainda estava tudo sob controle.

– Calma Ítalo, ele está prozeando com uns bêbados ali no bar do seu Zé, ainda dá tempo de nós completarmos nossa missão.

– Olha André, aquela cachorrinha correndo pra cá não é Baleia?

– É, é sim, Ítalo. Era só o que faltava, uma cachorra pra ocupar mais ainda nosso tempo. Sai daqui Baleia, eu estou no meio de uma operação super-mega-ultra-secreta.

Nessa hora, Ítalo, medroso como era, sempre estava alerta, e viu quando o coronel começou a atravessar a rua em direção a sua mansão, que ficava a dois trechos dali. Imediatamente os meninos saíram correndo pela rua do lado, pegando um atalho entre as ruelas para chegar primeiro na casa. E Baleia sempre atrás. Mas tanta correria parece que não adiantou muito: o coronel estava as três passos da porta quando André teve a brilhante idéia de mandar Baleia agarrar as calças do coronel e não soltar até ele voltar. Enquanto isso, ele e Ítalo entrariam na casa pelos fundos, atravessariam os obstáculos, colocariam o livro no lugar e voltariam a tempo de fingir estar passando por ali e encontrar uma Baleia mal educada agarrando a calça do tão respeitado Coronel Assunção. Era essa a idéia.

– Vai Baleia, morde a calça dele! Vamos Ítalo!

Os garotos deram a volta sem serem vistos, escalaram o muro segurando na trepadeira que recobria o concreto, entraram na casa. Estranharam o fato de não haver ninguém no local, mas logo em seguida ouviram um barulho que vinha da biblioteca. André logo pensou “ D. Maria deve estar limpando os livros”. Mal sabiam eles que não era isso que ela fazia, e que essa senhora salvaria a pele deles. A empregada já ia voltando e os meninos ficaram mais um vez com o coração na mão, mas ao invés de virar para o lado deles, ela virou para o lado oposto indo em direção à sala. Foi aí que os meninos passaram pela copa e seguiram o corredor que dava acesso à biblioteca, que por sorte estava com a famigerada chave dourada na fechadura. Abriram a porta e finalmente chegaram ao seu destino. Nesse momento, os meninos paralisaram no tempo.

– Uau! Mesmo entrando aqui pela segunda vez, a magia desse lugar ainda me deixa embasbacado. Não é lindo, Ítalo?

– É sim André. Já coloquei o livro de volta. Agora vamos embora pelo amor das minhas tripas!!

Foi só Ítalo fechar a boca que se ouviu um estrondo ensurdecedor vindo da sala.

– É o coronel, André! Eu bem que pensei que colocar Baleia para segurar o homem não ia adiantar muito, mas não disse nada porque toda vez é “ Ítalo voc…”

– Cala a boca e pensa numa idéia para sairmos daqui. Isso não é hora para sermão! Vamos tentar abrir aquela janela grande.

Os garotos tentaram uma, duas, três vezes e nada. Já na quarta tentativa, ouviram o barulho da maçaneta e num salto quase instantâneo saíram do cômodo. Quando caíram no chão, já do lado de fora, quase dão de cara com Isaias.

– Quem tá aqui?

A voz era de Isaias, que chegava ao terreno dos fundos da casa pelo corredor externo lateral bem na hora em que os meninos fechavam a janela saindo de dentro da casa. Imediatamente eles se esconderam atrás de uma parede próxima ao janelão, do outro lado por onde aparecia Isaias. Por sorte de André e de Ítalo, Maria, a empregada, apareceu, convencendo Isaias de que o barulho havia sido feito por ela, e dando oportunidade para os meninos pularem o muro e ficarem a salvo. Até deu uma piscadinha para eles, que deram um sorriso discreto em agradecimento.

Três dias depois, já revigorados e pagando promessa a Santo Expedito por terem conseguido se livrar daquela fria, André se lembrou que quando eles ainda estavam na casinha próxima aos umbuzeiros e ele saiu para verificar de onde vinha o ruído que escutara, chegou a ler o comecinho da tal carta, e até onde ele lembrava dizia assim:

Caro Dr Otávio Assunção,

É de bom grado que condecoramos o senhor como Defensor Perpértuo da Pátria, pelo fornecimento de nomes que punham nosso povo e nossa família em risco, tais quais:

Adriano Pereira Gonçalves

Márcia da Silva Andrade

Herbert José de Souza

.

.

.

“E por alguns anos eu fiquei sem entender o que eram aqueles nomes, o discurso da profesora Márcia, os encontros do meu irmão.”

***

É, pelo visto, André não fugiu à regra. Passou por grandes emoções, marcou muitas pessoas, viveu. Algum tempo depois, a ditadura acabou e a professora Márcia tornou-se líder do Patido Comunista junto com Rafael. Casaram-se, até. Ítalo continuou medroso como sempre e se formou no mesmo tempo que André, sendo este em Direito e aquele em Design. Até hoje continuam amigos, mas sem tantas emoções assim, porque o coração já não aguenta mais tanta adrenalina – só um pouquinho.

Manoel conseguiu fugir das garras de Isaias e tornou-se anarquista, morrendo pouco tempo depois numa de suas badernas.

E o coronel? Este até hoje é uma lenda. Ninguém sabe ao certo como ele ficou. A única informação é de que seus filhos ficaram na capital. Uns dizem que ele e a esposa morreram juntos na mansão. Outros dizem que ele morreu sozinho em sua biblioteca, que se tornou mal assombrada. E outros, menos inventivos, dizem que, como última boa ação para se redimir das crueldades cometidas, o coronel doou todos os seus livros para o Lagoense Tancredo Neves.

E foi aqui que a curiosidade de André o trouxe. Não só a curiosidade de mexer nas coisas alheias, como a curiosidade de procurar saber e entender as coisas. Ler nos livros, jornais, revistas, qualquer história, porque qualquer que seja seu gênero, sempre haverá algo de útil para acrescentar na vida de uma pessoa.

Todos já tiveram seu momento André, onde, movidos pela curiosidade, abriram a tampa da panela para saber como um milho se tranforma naquela bela flor branca, e descobriram que a temperatura e a pressão são fundamentais para isso. Assim como também tiveram seu momento Ítalo, quando tinham medo de entrar num quarto escuro, e depois e ter a necessidade de fazer isso, superaram suas dificuldades, tornando-se pessoas mais fortes.

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5 Respostas para “O Curioso e o Coco Verde – Capítulo VII

  1. Com certeza ninguém duvidou que Renata faria um ótimo capítulo para fechar o nosso conto!
    E no fim u mconto que começou tão simples, virou algo cheio de emoção, ação e drama, terminando com uma lição que ninguém nunca deveria esquecer: viva a vida! ^^

    Parabéns Renata por esse capítulo, e parabéns a todos nós, que construímos juntos o conto mais badalado do momento: “O curioso e o coco verde” uhu 😀

  2. É isso aí!!!
    Parabéns, Renata. Belíssimo final dessa espetacular história. Acredito que estamos todos orgulhosos da história que conseguimos contar. Espero que fique a lição de que, com atenção e dedicação é possível dar saltos significativos.

    Agora é pensar em novos desafios.

    Que história, essa do André…

  3. Muito boa a continuação! Acho que ninguém esperava essa versão não comunista para o coronel. Muito interessante também como, de uma história juvenil que era nossa pretensão inicial, o conto tomou proporções maiores com segredos grandiosos, que os protagonistas nunca chegaram a entender, mas sempre ficou um ar de mistério no ar.

    Muito legal, agora olhamos pra trás e vemos que o que fizemos foi muito bom.

    Uma experiência pra vida toda.

    Parabéns Meu Amor!

    xD

  4. Parabéns Renata! Eu sabia que você iria conseguir finalizar nosso conto de maneira brilhante.
    Leo me disse algo interessante no seu texto, que foi o toque feminino ao final do conto: Tudo termina bem, e com casamento. Gostei das piadinhas que você escreveu, e que saem com naturalidade. Achei curioso o personagem do reino animal, a famigerada baleia. Por fim, gostei de tudo. Nosso conto realmente abriu espaços para nossa criatividade e imaginação. Espero que continuemos com o sonho de escrever, mais e mais ; com esmero e dedicação chegaremos lá.
    Novamente, parabéns Renata”

  5. Dei muitas risadas hoje ao ler o final da historia.Parabéns Renata!!!
    Um conto tão bonito como esse,não poderia de deixar para vocês leitores a minha opinião de uma lição de moral que ele passou.Do meu ponto de vista o conto se resume em três dimensões:
    – Não podemos mexer em coisas que não nos pertence
    – A curiosidade faz com que nos cresçamos, não nos deixa acomodados e que consequentemente nos leva a descobertas das coisas
    – Sempre que mentimos a verdade cedo ou mais tarde ela aparecerá
    Agora sugiro para vocês que acompanha o Blog a fazerem essa mesma experiência,seja curioso!!!rsrsrs

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