Amor e Guerra – Capítulo 1

Por José Eduardo Ribeiro Nascimento

Capítulo 1: O Cavaleiro e os Escudeiros

Eram cerca de quatro homens altos, fortes, pareciam muros de alvenaria. O rapazote estava sentado em um pequeno banco na frente da taverna. O maior dos brutamontes virou sua mesa e começou a bradar algo em um rugido, do qual só se entendiam as últimas palavras de cada frase; mesmo assim, expressões como trapaça e palavrões foram proferidas pela boca do grandalhão. Parcimonioso, o rapaz disse que havia ganhado o prêmio com honra e habilidade, e que não admitiria que qualquer um lhe injuriasse. Os quatro gritaram algo e com toda fúria, levantaram quatro machados atrozes, arma comum àquele povo, e atacaram o rapaz ao mesmo tempo. Com toda velocidade, Edward, como se chamava o jovem guerreiro, sacou sua espada curta e pulou fora do círculo. Os bárbaros só não se degolaram por um reflexo instintivo próprio daquele povo do norte. A luta se estendeu por longos quinze minutos, e acabou com quatro gigantes desarmados e um inglês aplaudido.

Julian assistiu a tudo aquilo maravilhado. Sempre ia às feiras de Marselha para ver de perto os cavaleiros de terras distantes que sempre passavam por aquela cidade. Nos últimos dias ele viu o cavaleiro inglês Sir Edward Silversong ganhar o torneio de justa,  arquearia e luta técnica, modalidade sem armas letais. Sem saber, Edward havia ganhado um fã incondicional.

– Vamos lá Julian, ele já foi embora. Daqui a pouco o condestável chega e arranjaremos problemas – disse Von Bommel, um dos amigos de Julian.

– Como eu queria ser igual a ele, Von, não temer nada, ter tudo que eu sonhar.

– Seu Miguel da padaria disse que nenhum homem tem tudo aquilo que sonha, porque se tivesse, não haveria sentido na vida. Não entendo bem o que ele quer dizer com sentido, mas ele disse que todos temos sonhos, e quando realizamos um, outros dois tomam o seu lugar.

Von Bommel era um garoto holandês filho de ciganos. Ele fugiu da trupe de sua família havia seis anos, então com cinco de idade. Desde então começou a viver com Julian e outros garotos pelas ruas da bela Marselha, sobrevivendo livremente. Todos os moradores do bairro mestiço gostavam deles, principalmente o velho Miguel, um espanhol que trabalhava nos navios e conseguiu juntar dinheiro pra abrir seu próprio negócio. Sempre que podia ele dava trabalhos temporários para Von e Julian, para ensiná-los a principal virtude de um homem: o trabalho.

O pobre Julian nunca conheceu seu verdadeiro pai. O pequeno franzino foi criado pelo Le Clochard, “o vagabundo” em francês, como era conhecido Raul Castanhera, um velho ladrão de galinhas que o encontrou na rua quando ele tinha dois anos. Clochard tinha a esperança de ensinar Julian a ser um “exímio clochard” como ele. Tentou ensiná-lo a roubar, enganar, mentir e até a matar pequenos animais; mas infelizmente para ele, Julian tinha uma personalidade nobre, e nunca conseguiu fazer o que lhe foi mandado, mesmo que tentasse. Quando Julian completou nove anos, Le Clochard foi apanhado pela polícia, e nunca mais foi visto.

Desde então Julian vive só. A não ser por seus companheiros de mesma idade, Julian não tem muitos amigos ou conhecidos. Talvez a única coisa que aprendeu com seu “pai” foi que nunca deve confiar em ninguém, e isso ele faz quase tão bem quanto deveria.

***

Alguns dias depois, Julian andava com Von pela feira livre, e viu Edward andando pelas barracas. Dominado pela curiosidade e paixão por seu ídolo, ele desviou seu caminho e correu por trás de caixotes para seguir o cavaleiro, Von fez um sinal negativo com a cabeça ao ver seu amigo correndo atrás do cavaleiro, mas decidiu ir também, para que não arrumasse problemas, afinal Bommel era muito alto e forte pra sua idade, e era o protetor dos “garotos sem-teto”.

Edward saiu da feira, e depois da cidade; continuou andando por um campo avermelhado em direção às colinas. Era outono e as árvores começavam a desfolhar. A maior parte das árvores desta região fica com folhas avermelhadas nesta época, o que dá uma aparência romântica e bucólica às matas. É quase como se estivessem em um sonho. Coníferas e cicadáceas se misturavam em um belo fractal de cores. Marselha tinha alguns dos mais belos bosques da Europa, pois viajantes traziam árvores de todo o mundo para seus domínios. Troncos largos e copas altas, o chão coberto por camadas de quinze centímetros de folhas, as paisagens inspiravam arte e música.

Edward, a essa altura, já havia percebido seus perseguidores, que apesar de terem tentado ser furtivos como raposas, pareciam sim, raposas perseguidas por cachorros numa temporada de caça. Percebendo os incautos garotos, Edward acelerou seu passo em direção ao bosque e se escondeu nos arbustos.

Os garotos tentaram persegui-lo, e a essa altura até Von estava curioso para saber onde ele estava indo. Os meninos passaram por Edward colocando a culpa de um pro outro, e o cavaleiro não se preocupou com eles, virando pra trás em direção distinta. “Já estou atrasado”, pensou.

Os meninos já estavam sem esperanças, quando ouviram um galopar.Esconderam-se pensando que os cavalos eram de caçadores, já que aquele bosque pertencia à nobreza da cidade, e era utilizado para caças na primavera. O coração já estava a saltar da boca, mas ao invés de caçadores sujos em cavalos negros, viram duas belas mulheres em dois grandes corcéis. O Alazão era montado por uma mulher mais simples, que como perceberam os garotos, era a criada da segunda mulher. Esta cavalgava um belo corcel branco, o mais belo que já pisou naquelas terras, e a moça era a mais linda que os meninos já tinham visto. Parecia ser a protagonista de algum conto de fadas. Pálida, a bela mulher, que não tinha mais do que dezoito anos, carregava preocupação em seus traços finos. Suas vestes brancas iluminavam a penumbra formada pelas altas copas das árvores e seus cabelos negros ondulados alcançavam o lombo de sua montaria. Ela desmontou, e, entregando as rédeas à sua criada, falou algo em voz baixa, instruções para alguma missão, pensaram os meninos. A primeira conduziu os animais até uma árvore, amarrando-os em seguida, e andou em direção oposta à sua ama. Os meninos decidiram seguir a pálida senhora.

Andando por entre corredores de árvores e moitas floridas, a bela mulher alcançou uma grande clareira, e, pra surpresa dos garotos, Sir Edward Silversong estava lá. “Minha belíssima Renata, estava já desesperado por não tê-la visto há quatro dias.”

– Fale baixo Edward, estou aqui escondida, tu sabias que não podia vir antes. Você chamou muita atenção ganhando três modalidades da competição, meu pai já estava desconfiado de que você estava aqui.

– Aquele cretino velho cancelou nosso compromisso como se eu fosse apenas um cachorro mal criado, não me dando nenhum motivo.

– Ele cancelou o nosso casamento por que o feudo de seu pai está ficando pobre com a guerra que trava contra os bárbaros do norte, e assim não tem muito a oferecer para a nobreza de Gales. Ah! Como odeio essa nobreza estúpida, pra eles tudo é dinheiro. Agora querem arrumar meu casamento com o príncipe Charles de Londres.

– Seu Pai é a criatura mais estúpida que se possa imaginar. Há um mês estava beijando meus pés, agora me esfaqueia pelas costas. Não deixarei que você se case com aquele cínico troglodita. Você será minha para todo sempre, como já havíamos prometido um ao outro. Não saberia mais viver sem você. Por acaso esqueceu o que me tinha prometido?

– O que você espera que eu faça? Meu pai me mataria na mesa de jantar se eu citasse seu nome. Sou filha única. Se ao menos eu tivesse um irmão, minha vida estaria menos responsabilizada pelo futuro da minha casa.

– Esses galeses são mesmo uns estúpidos. Eles realmente acham que cada feudo age sozinho hoje em dia? Nós só seremos destruídos se toda Inglaterra for junto…Fuja comigo para Valle, Renata. Em dois anos venceremos a guerra, e seu pai estará tão rico e sorridente quanto estaria se a guerra não tivesse existido. Meu feudo é um dos mais ricos da Bretanha, todos sabem disso.

– Você toma meu pai como um velho contador de dinheiro, acha que ele não se importa comigo?

– Ele venderia você se eu tivesse dinheiro pra dar um lance. Se ao menos sua mãe estivesse viva, teríamos alguém a nosso favor.

– Talvez, mas ela sempre foi submissa a papai… Ow! Como queria que essa guerra não fosse sua. Iria com você para Valle no primeiro barco.

Von olhou para Julian como se dissesse “eu disse que ninguém tem tudo que deseja”. Nesse momento eles viram os dois príncipes se abraçarem e ficarem assim por alguns minutos. Os garotos se ajeitavam em seus lugares na moita para ver o desenrolar da história que ia ficando cada vez mais interessante. Nesse momento começaram a sentir coceiras pelo corpo, e com o tempo começou um desconforto maior. Quando se deram por conta se viram sentados em cima de um formigueiro. O pavor tomou conta dos meninos, que deram um pulo da moita para dentro da clareira, e, só depois de terem aliviados as picadas de seus algozes perceberam dois olhos assustados, e dois enfurecidos olhando pra eles.

– O que pensam que estão fazendo? – gritou Edward para os meninos, já andando em sua direção – já despistei vocês antes e não lhes dei castigo algum por estarem me perseguindo, e agora ficam ouvindo nossa conversa como espiões?

A raiva de Edward, para a sorte dos meninos, foi interrompida por um apito de caçador que vinha da direção dos cavalos. Renata se prontificou enxugando as lágrimas,abraçou Edward apaixonadamente, e lhe deu um beijo. Depois saiu correndo na direção donde veio. Sir Edward ficou parado ainda por um tempo, até que o galopar dos cavalos não fosse mais perceptível nem aos ouvidos mais aguçados.

Depois olhou para os meninos com ar sério, apesar de a raiva já ter sido esquecida, e perguntou quem eram, o que queriam, e quem os tinha mandado segui-lo.

– Ninguém nos mandou nobre Senhor – Julian aprendera a tratar com a nobreza quando trabalhou na cozinha de um castelo há alguns meses – vim até aqui, e trouxe meu amigo contra sua vontade, por que vimos o senhor lutar e atirar no campeonato, e ficamos impressionados com a sua sagacidade na arena de batalha, e com seu total controle e habilidade no manuseio do arco e flecha. Ao menos de minha parte, fiquei totalmente hipnotizado com suas façanhas, e gostaria muito que me ensinasse alguma coisa senhor. Eu daria tudo para ser um guerreiro como o senhor.

– Há! Há! Quer dizer que vieram até aqui apenas seguindo uma tola admiração?

– Sim senhor, seguimos nossa admiração, mas ela não é tola como supõe, senhor. Nunca perco os campeonatos aqui na cidade, e nunca vi ninguém como o senhor. Ninguém consegue lhe acertar.

– Você fala nobremente pequeno, e não vejo mentira em suas palavras. E você pequeno gigante, não sabe falar?

– Sim senhor! Só que aprendi desde cedo que os maltrapilhos não devem dirigir a palavra aos nobres, e nunca nenhum deles me dirigiu a palavra, a não ser para rascar, xingar e me bater.

– Não conheceu muitos nobres decentes não é jovem…

– Von Bommel, senhor.

– E eu sou Julian. Julian Mac Beth.

– Mac Beth? Acho que já ouvi esse nome em algum lugar… bem, de qualquer forma vamos embora daqui, a caça noturna começará daqui a uma hora, e é bom que estejamos longe.

– Mas o senhor não é nobre também?

– Se não percebeu depois de ouvir a minha conversa, então a inteligência não é uma de suas virtudes, pequeno Bommel. Estou aqui em segredo, não me apresentei aos senhores da cidade. Pra todos os efeitos sou um plebeu aqui na França. Então é melhor que não sejamos vistos por estas bandas.

O caminho de volta foi feito ao som de fantasiosas histórias dos garotos sobre os feitos de Sir Edward. Coisas que ele fez na competição, e que, segundo os meninos pensavam, ele faria se tivesse oportunidade, eram contadas de forma musical por Von Bommel. O garoto mostrava ter um talento natural para as rimas e a musicalidade das palavras. Edward ficou impressionado também com o que os meninos tinham que fazer para sobreviver. Os feitos que lhe eram contados eram às vezes cômicos, às vezes heróicos. Como da vez que eles apanharam do seu Miguel por terem roubado um pão, afinal eles deviam ter pedido, ou trabalhado para comprar, e a vez que Von nocauteou um bandido que fugia da polícia, e Julian acertou outro com uma pedrada a uma distância, disseram eles, de cinqüenta jardas.

Ao chegar à cidade, a feira já estava sendo desfeita e muitos mendigos começavam a catar os restos espalhados pelo chão. Sir. Edward via tudo aquilo abismado, crianças cantavam e corriam felizes por terem encontrado algumas abóboras podres. Adultos lavavam folhas de alface pisadas no chão e colocavam na cesta.

– É sempre assim aqui em Marselha?

– Sim – responde Julian altivo e com naturalidade – mas dependendo do dia temos mais ou menos pessoas catando coisas. Hoje a feira foi pequena, então poucas pessoas vieram. Depois de amanhã é a grande feira da semana, e aí sim será complicado encontrar algo bom pra comer.

– São impressionantes os paradoxos, de um lado grandes castelos e ruas floridas, do outro, pobres mendigos comendo restos para sobreviver. Em Valle nós não temos toda a beleza e glória das cidades francesas, mas a população pobre tem o que comer. Nos preocupamos muito com nosso povo.

Andaram pela orla da feira, a rua tinha uma largura razoável, mas devido aos restos deixados pelos feirantes e rejeitados pelos mendigos, eles tinham que mudar sua rota constantemente. Enfim chegaram a uma ruela que subia para outra parte da cidade.

– Não tenho muito a oferecer a vocês garotos, porque estou longe de casa. Mas tenho queijo e pão lá na taverna. Acompanham-me na refeição?

– Sabe que me deu uma fome agora? Acho que aceitaremos sua oferta, senhor.

Entraram na velha taverna. Era feita de madeira e a porta rangia muito. Havia poucas pessoas, apenas os mais bêbados e os mais famintos aceitariam comer num lugar tão ruim. Comeram pão, queijo e carne, acompanhado de suco de abóbora e vinho para Edward. Depois de tanta comida, os meninos estavam quase dormindo na mesa. Edward resolveu levá-los pro quarto e os deixou lá dormindo.

Assim que amanheceu, Edward percebeu que os meninos já tinham acordado e brincavam com qualquer coisa que encontraram jogada por ali. Espreguiçando-se, andou até a janela e viu algo que fez seus olhos brilharem: Renata estava passando com sua criada lá na praça da catedral. Dúvidas começaram a perambular em sua cabeça e de súbito pegou um papel e uma pena, e escreveu alguma coisa. Dobrou o papel e colocou-o em um pequeno envelope, chamou Julian e lhe disse:

– Tome! Leve até a senhora que estava comigo ontem, ela se encontra lá na praça. Entregue discretamente e fique por perto, ela deve lhe dar uma resposta.

– Está certo… mas…

– Sem nenhum mas… rápido antes que ela se vá.

Julian correu em direção à praça, mas procurou e não encontrou a princesa. Olhou pra todos os lados, em todas as ruelas, mas nem sinal de Renata ou sua criada. Quando já pensava em desistir olhou pro lado e a viu entrando em uma carruagem real. Correu e quando ia chegando, um guarda colocou o pé em seu caminho, e levou um tombo que roeu seus joelhos.

-Aqui não é lugar pra você moleque. Caia fora!

– Só quero vender unas doces…

A queda do menino chamou a atenção da princesa, que reconheceu o menino com sendo o mesmo daquela noite na floresta. Curiosa, mandou o guarda sair e chamou o menino até a carruagem.

– Que queres rapazinho?

– Só queria dizer que tenho doces frescos lá embaixo na minha barraquinha – disse Julian entregando o envelope discretamente – se a senhora quiser eu posso trazer.

Renata ficou um tanto assustada com aquilo, mas entrou na carruagem a fim de ler o papel longe de olhos curiosos.

– Espere um pouquinho meu rapaz… vou buscar um pouco de dinheiro pros doces.

Pouco depois Renata volta com uma cara triste, como se aquilo lhe lembrasse de algo muito ruim. Entregou-lhe algumas moedas, e no meio delas o mesmo envelope dobrado.

– Vá até lá e escolha o melhor doce que você tiver e separe para mim, depois eu vou pegar.

Julian deu um salto e recomeçou a correr na direção da taverna. Edward esperava ansiosamente.

Abriu a carta, e lágrimas começaram a correr em suas faces. –“Isso não acontecerá!” – murmurou Edward, pegou um pequeno pote no armário, tinha um cheiro bom de doce. Entregou o pote a Julian e disse: -“vá entregue o pote a ela, e diga que hoje à noite pode ir que tem mais doce, prontinho na hora.”

Assim que Julian retornou, Edward chamou-os num canto e lhes disse que precisaria da ajuda deles. Ele haveria de fugir com a Princesa Renata naquela noite. O plano era simples: Compraria dois cavalos, um ficaria fora do condado, com um dos meninos vigiando, e o outro ficaria no campo, para que fugissem. Eles mudariam de montaria, e iriam até o porto de Palissades. Lá o casal pegaria uma fragata inglesa e iria até Valle. Não levariam nada, e iriam com roupas simples. Os meninos ficaram insatisfeitos por não estarem incluídos na viagem, mas assim que Edward virou as costas, eles próprios já estavam formulando um plano secundário, que incluía dois meninos clandestinos, e um cavalo roubado…

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4 Respostas para “Amor e Guerra – Capítulo 1

  1. Gosto muito de historias de amor que envolve cavaleiro.E claro não podia de observar que a mocinha seria Renatinha!!!!RSRSRS.Que lindo texto Eduardo!!!
    Uma das minhas preocupações quando leio alguma coisa,é se o escritor está conseguindo passar uma vida naquilo que esta escrevendo .Quando lia sua historia sentia como se estivesse assistindo a um filme, pensei até no figurino das cenas e principalmente a carruagem onde Renata ia: vestido claro , rodado, meigo e uma sombrinha de pano.

    Ótimo texto!!!!

  2. Renata, não é amor? hheheh
    Muito bom esse primeiro capítulo Edu!Parabéns!
    agora eu quero saber o que vai acontecer nessa fuga.
    Realmente, dá para a pessoa imaginar os cenários, os figurinos, tudo certinho. As descrições estão muito boas.
    E de onde você tirou essa cicadácea?? rsrsrs
    Parabéns de novo Edu. Muito bom!

  3. Caramba!
    Muito bom mesmo o texto Edu!
    Fiquei impressionada, o modo como foi escrito, essa tendência descritiva faz a pessoa ficar ainda mais presa ao texto e imaginar o cenário.
    O modo como você escreveu esse texto me fascinou, e sua criatividade impressiona. Sem falar nessas palavras muito “doidonas” que você acrescentou, deixando seu texto rebuscado e muito belo.
    Ai ai viu, quando falou de Sir Edward e veio com essa bela donzela eu já pensei, eu já sabia: Renata! xD
    Ei! E eu num tô na história não é? Posso ser a criada “surda e muda”? xD
    Sério mesmo, seu texto está maravilhoso e impecável.
    Parabéns mais uma vez “Edward” 😀

  4. Sobre o texto: muito bom. Sobre a iniciativa de começar uma estória com vários capítulos (estava esperando que alguém fizesse isso faz tempo): meus parabéns. Gosto desse tipo de aventura; gostei mais ainda da sua busca pelos detalhe, que como havia colocado Deborah, prende a atenção do leitor.

    Estou a espera do próximo capítulo. E que venham muitos…. Boa sorte para Edward e Renata.

    Flw. Parabéns!!!

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