Vídeo Games

Por José Eduardo Ribeiro Nascimento

Todo mundo se diverte com algum tipo de jogo eletrônico, mesmo que não por meio de consoles: paciência do windows, mini-fazenda do orkut etc., contudo, para mim, os jogos foram marca registrada de minha infância e adolescência. Então, sendo este meu primeiro post rápido, decidi falar sobre uma coisa divertida e leve: vídeo games.

Raciocínio, destreza e percepção são algumas das qualidades que alguns jogos exigem do jogador. O super nintendo (Snes), foi, segundo muitos, o melhor vídeo game de todos os tempos. No alto de seus 16 bits ele criou clássicos como Zelda: A Link to the Past, jogo onde devemos ajudar um pequeno elfo a salvar a princesa; Super Mario Bros, mais uma aventura para salvar a princesa, Bomberman, Donkey Kong etc.

Para mim o Playstation foi o melhor de todos. Muitos torcerão o nariz, pois a maioria dos jogos realmente nasceram no Nintendo, mas foi no Playstation que se desenvolveram os principais conceitos vistos hoje em dia no mundo dos games: Castlevania era apenas um jogo de plataforma, mas no PS recebeu conceitos de RPG e adventure, castelos gigantescos e vários lugares para explorar; os jogos da família Final Fantasy nasceram no Nintendo, mas seus principais títulos foram lançados no PS (FF VII ao IX).

Não quero fazer listas grandiosas de vários jogos aqui, meu intuito é apenas causar nostalgia àqueles que cresceram jogando vídeo game, e refletir um pouco sobre o papel que esses jogos têm no mundo. Eles formam opiniões, educam as crianças, ensinam línguas estrangeiras, desenvolvem o raciocínio, sendo que há jogos recheados de puzzles (quebra-cabeça, jogos de lógica), como Resident Evil, Fear Effect, onde grande parte da diversão é resolvê-los.

Quem tem filho pode deixar alguma experiência aqui sobre o quanto os vídeo games influenciam positivamente do desenvolvimento da pessoa, claro que se deve controlar o vício, entretanto as vantagens criadas pelos jogos são bastante perceptíveis. O mercado de vídeo games é um dos maiores do mundo, movimentando nos EUA, mesmo com a crise, 19,7 bilhões de dólares em 2009.Milhares de pessoas na área de informática, e outras convencionais, são empregadas, o que resulta em uma grande oferta de jogos, de simples a complicados, no computador, internet, consoles, celular etc. Em qualquer lugar que se vá, há a presença dos jogos, logo eles não são brincadeira de criança, e sim realidade, muito lucrativa.

Por simples divertimento, ou para esquecer o stress do dia a dia, encontramos pessoas jogando no ônibus, depois da escola, na folga do trabalho, no banheiro e em qualquer lugar possível, ou impossível. O vídeo game é um mercado que só tem a crescer com o tempo. Como proposta final deste pequeno espaço, quero que todos comentem falando sobre suas próprias experiências com o vídeo game: quais os melhores jogos? O que eles têm de bom, ou de útil? Qualquer comentário é bem vindo, pois comentar é simples, rápido e pode ser divertido!

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3 Respostas para “Vídeo Games

  1. Eu já fui viciado em jogos eletrônicos, disso não tenho dúvidas. Mas também já fui APAIXONADO por jogos, o que é completamente diferente. Eu fui viciado, por exemplo, em PRO EVOLUTION SOCCER (e Winning Eleven), em Diablo II, Comand and Conquer: Tiberian Sun, Dota, dentre tantos outros. Mas apaixonado, fui por poucos jogos, que, ainda hoje, suscitam lembranças e ocupam um lugar especial na minha memória (diria coração, mas soaria muito nerd).
    Acredito que a minha primeira paixão foi Final Fantasy VI, jogado, a grande maioria, no computador da construtora onde eu estagiada, via emulador do SNES. Quantas horas empregadas naquela maravilha de jogo, com tantos personagens fascinantes, tantas reviravoltas, tantas emoções!!
    Outra paixão foi Zelda: A Link to the Past, um jogo simplesmente perfeito. Fear Effect (I e II) foram paixões rápidas como o próprios jogos. Quatro CD’s cada jogo para contar uma história tão curta. Também pudera, com aqueles gráficos sensacionais para o PSone. E os puzzles maravilhosos, os cenários deslumbrantes, o roteiro inteligente e, é claro, aquelas duas mulheres (não se preocupe, Andréa, elas são de mentira).
    Uma outra paixão foi o primeiro Fear Effect, que realmente me deu uns bons sustos. Mas há um jogo do PSone que joguei demais, demais mesmo, mas do qual nunca me cansei. Um dos jogos perfeitos de todos os tempos, um jogo verdadeiramente apaixonante e que é clássico em todos os sentidos (na minha opinião): Vagrant Story. Certamente não “zerei” nenhum outro jogo tanto quanto zerei Vagrant Story, algo incomum para mim. Ao acabar um jogo, queria ir logo para outro. Com VS foi diferente. Queria evoluir novas habilidades, treinar com armas diferentes, terminar mais poderoso, enfim, não queria deixar de jogar, esta é a relidade.
    Há bastante tempo deixei de jogar como outrora (com exceção de DOTA, que sempre volto a jogar), mas nem de longe os jogos eletrônicos ocupam meu tempo como o faziam antes, e é assim que deve ser, já que hoje tenho uma esposa e um filho (dois, na verdade, um ainda na barriga) a quem dar atenção, tenho meus estudos, minhas leituras, a Canção Nova, etc. Mas isso não significa que os jogos tenha deixado de me divertir ou que eles não sejam bons. Simplesmente as realidades mudam.
    Belo post, Eduardo, realmente me deixou bastante nostálgico…

  2. Final Fantasy VII, esse é O jogo. Inaugurando os personagens com cabelo espetado, esse game revolucionou na época de lançamento, tanto para o Psone quanto para os PCs (lembro até de uma matéria em uma revista especializada que tratava justamente dos gráficos, “incríveis” e “pesados”). Não estamos falando apenas de um “jogo” – palavra que pode soar com sentido pejorativo e preconceituoso -, FFVII está além disso. Sua estória de amizade, confiança, traição, amor e lealdade, ultrapassa o joystick, levando-nos a um mundo de diversão e aprendizado. Final Fantasy é apaixonante e encantador. Quem teve a oportunidade de jogar sabe do que estou falando.

    Flw, e boa leitura.

  3. Não conheço nada de videogame, fato. Talvez por ser filha única e não ter sofrido influência de irmão mais velho, como geralmente acontece com meninas que jogam videogame, não sei. Fora joguinhos de celular, do computador mesmo, já joguei Super Mario, Bomberman, outros de quebra-cabeça, e Tomb Raider. Comecei a jogar Tom Raider por influência de uma vizinha. O CD era dela e aqui em casa nós passávamos a tarde toda jogando. Era muito divertido! Não lembro qual era a sequência do jogo, mas era um que ela começava no gelo e logo na porta de uma espécie de caverna ela tinha que enfrentar lobos. Daí então, Lara Croft entrava na tal caverna e enfrentava vários bichos. Depois havia um lugar onde só tinham dinossauros, e já no final ela enfrentava um homem. Nesse momento foi muito legal, porque era a mudança de fase e ela ficava conversando com o homem e a história ia passando como num filme, muito divertido. Nesse segunda fase, Lara estava numa construção bem grande, uma Igreja talvez, não lembro. nesse fase ela enfrentava homens, às vezes. Só que paramos no ponto em que ela tem que procurar 7 chaves, eu acho, para abrir uma porta enorme que tinha. achamos 5 ou 6, mas não teve jeito de encontrar o resto. ~Depois ficamos um tempo sem joga, e essa minha colega perdeu o CD =/
    Se alguém souber qual é essa sequência, me fala.

    Muito interessante seu post, amor. Videogame controlado é mesmo uma ótima ferramenta para se aprender inglês e desenvolver raciocínio lógico.

    Parabéns!!

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