Piadas Internas

Por José Reinaldo do Nascimento Filho

Posso ser honesto com você?

Deve.

Pois bem: você pediu para que eu revisasse, grifasse algumas coisas, desse a minha opinião, alterasse quando fosse necessário, concorda?

Sim.

Posso ser sincero mesmo?

Gostei das “estorinhas” pessoais, da inventividade, tudo, mas começar o texto com a piada do “Pintinho-de-uma-perna-só”, Jesus!, isso é péssimo:

“Fui entender as melhores e a melhor piada do mundo já velho, nos meus 23 anos (…). A propósito, vocês conhecem a piada do pintinho-de-uma-perna-só? Não? Aquele que foi ciscar e caiu…”.

Você realmente acha necessário começar seu texto com ISSO? Porque por mim, não.

Relaxe, criatura, foi apenas uma brincadeira besta para descontrair, o importante mesmo são as estórias no decorrer do texto. A piada do pintinho mesmo, para aqueles que conhecem todos os detalhes das situações apresentadas, terá um sabor mais especial ainda.

Bem, isso é verdade. Mas você não exagerou em nada não?

Em um dos capítulos você fala de uma surra que levou do seu pai – posso dizer que ficou interessante e fantasiosa. Posso ler?

Sempre.

“Certa feita estava na varanda da minha grande casa, quando meu pai me chamou: “Reginaldo venha aqui”. “Estou indo”, respondi. “Preciso que você vai lá na cidade comprar dois quilos de açúcar pra casa. Está ouvindo bem? São dois quilos. Compre errado que você vê”. Lembro que fiz uma cara emburrada, de bicho preguiçoso mesmo, daquele tipo que nunca quebrou milho nem catou pedra na roça no pino da “meidia”. “Por que não manda Joaldo?” “Porque estou mandando você, por isso”, respondeu. Sua grande cabeça branca (ééééé, meu avô era branco) começou a ficar vermelha feito calo de sangue, quando damos uma topada no chão e o sangue em vez de espichar, fica preso. “Certo, estou indo”. Então eu fui. Quando cheguei na cidade, em vez de cuidar “dosquefazer”, fui ver um pessoal jogando uma sinuquinha. Gostava muito disso! Claro que não mais do que matar passarinho com meu badogue. E cagar no mato, então? Hoje, depois de velho, sei que a vida tem três coisas boas: a primeira, é dar uma cagada daquelas de entupir o vaso; a segunda, comer; e a terceira…sólove, sólove, sólove, sólove, sólove, sólove, como dizia aquela música do Claudinho e Bochecha. Pois bem, vamos voltar ao que realmente interessa. Estava dando uma espiadinha (espiadinha, apenas isso, pois eu nunca gostei de peruar em jogo nenhum) quando olhei para o sol: “Jesus, olha a hora! Preciso ir para casa”, pensei. Então fui. Chegando lá, vi meu pai próximo à janela. “Então, comprou o que pedi?” “Ah, sim. Aqui estão”. Meu pai pegou o embrulho, deu uma olhada, respirou calmamente, e disse: “Eu mandei você comprar o quê?” “Dois quilos de farinha”, respondi. “Certeza que foi farinha, Reginaldo?” “PESSSTE DOS INFERNOS, ERA AÇÚCAR”, pensei. “Agora cê vai aprender a me ouvir e a largar de ser preguiçoso. Fique ali perto da janela virado de costa para mim, baixe a cabeça, e nem sonhe em olhar para trás. Ah, sim. Não quero ouvir um pio”. Foi o que fiz. Hoje quando recordo, dou risada e conto para meus filhos. Apanhei que nem um desvalido. Lembro que a lua deu umas três voltas no céu para finalmente ele parar. Afastou-se de mim, deu umas duas voltas na sala, balançou o braço em sentido anti-horário, bufou parecendo touro brabo, e então falou: “QUER SABER, EU DEVERIA BATER É MAIS!!!”.

Rapaz larga de ser mentiroso!!! Assim fica parecendo estória de “Chicó” ou do “Caso Contado à Sombra do Mercado”. Tudo bem… É um livro… Tem aquela da liberdade poética… Você mesmo mistura a linguagem culta com palavras inventadas… Mas…

Não tem nada de exagero. Tudo na mais absoluta verdade. Eu passei por tudo isso aí, e você sabe. Alguns leitores acredito que não entenderão o sentido pleno das piadas como eu queria, mas o título serve para explicar isso mesmo, tem de ser da família para entender tuuuuuuuudo. Qualquer coisa entra no meu twitter e vê lá tudo sobre minha vida.

Então para que publicar?

As pessoas riem de tudo. Vão gostar, tenho certeza. Mas continue com sua análise, vamos.

Ok. Antes de qualquer coisa: estude um pouco de crase, você é péssimo. Outra coisa também: TENHA MAIS ATENÇÃO QUANTO AO USO DO “A”, ARTIGO, COMO DO “HÁ”, DO VERBO HAVER. Sem dúvida alguma você deve ter aquele problema na cabeça como nossa avó falou certa vez. Lembra do que ela disse? “Ele é assim por causa de um caroço na cabeça”. Hahahahahahahah… desculpa… desculpa… Essa deveria estar no livro…

Eu coloquei.

Colocou? Onde?

Perto daquela parte onde falo sobre o boi que enfrentei.

Você também não acredita, não é?

Imagino que você leitor nunca tenha consertado telhado de casa, pois eu já, e digo, é muito perigoso! Principalmente quando precisamos subir as escadas com seus 20 degraus, carregando, nos ombros, por volta de 30 a 50 telhas. E depois, que precisamos nos equilibrar em caibros e ripas, com aquele peso enorme nos ombro? Realmente é um trabalho de cão. Pois bem, lá estava eu ajudando meu “velho pai” a retelhar a casa, tendo que ouvir sua doce e suave voz tentando me animar para que eu abandonasse o medo e conseguisse “andar” em cima do telhado, quando de repente…”.

Você não havia falado certa vez que seu pai era um “pouco” brutinho?

Foi uma piada.

Hum. Certo. Então vamos continuar:

“… quando de repente vejo, não muito distante dali, em um corredor próximo à minha casa, (vale um parêntese aqui: eu morava no que as pessoas da cidade chamam de “roça” ou “mata”, no nosso vocábulo próprio e que adotarei daqui por diante. Nessa “mata” existem vários corredores, caminhos, estradas de chão, entenderam?) um grande boi cortando o vento e percorrendo o corredor desenfreadamente, como se fugisse do abate. “É meu aquela porra ali!”, grita meu pai. “Desça rápido e vai ataiar o bicho para que ele não vá muito longe”. Nesse instante olho para ele com feições pouco corajosas, e pergunto: “Tem certeza?”, ele responde, “Vai logo, e deixa de ser frouxo!”. Desço em poucos segundos do telhado como um felino e…”.

Você?! Como um felino?!

Outra piadinha interna, não?

Isso.

“… do telhado como um felino e em instantes chego à estrada e em seguida ao corredor. Mas é tarde, o bicho havia chegado à estrada. Olho para trás e não vejo meu pai em cima da casa, fico aterrorizado, procuro algo no chão para afugentar meu algoz, não encontro… mas espere… “deve servir”, penso. Arranquei um pedaço de pé-de-jurubeba, e me preparei para derrubar o monstro. “Filadaputa!”, berrei. Ele ouviu. Começou a bufar e correr em minha direção. Olho para ele, depois para trás a procura do meu pai, para ele, para meu pai, para ele, para meu pai, quando de repente, no melhor estilo mestre kung fu do filme Kung pow, meu pai aparece do nada em cima do telhado, e grita: “BATA NA CABEÇA! NA CABEEEEÇA!!!!!”.

E então, você bateu ou não?

Importa?

Claro que importa, do contrário fica sem sentido.

Nada disso. O importante é a estorinha, o leitor que fique imaginando se eu derrubei o BOI com um pedaço de PÉ-DE-JURUBEBA, isso fica a critérios deles.

Está bem, essa passa. Tem outras coisas curiosas no livro também.

Quê?

Algumas frases antológicas, tipo: Pense num filme bom, Vou largar vocês de mão, “Você não tem memória”, “Quer me ver bebendo água”, “Mania de rasgar lona”, “Isso daria uma cena de filme!”, “Raposa de Jade”, “A Mercadoria está pronta”, “Meu tio elétrico” e, a mais emocionante quando relacionamos ao contexto, “Eu era feliz e não sabia” . Você já passou por momentos bem legais, mas tem duas que, para mim, foram importantíssimas, diria até que reveladoras.

Quais?

Você já foi assassino e ladrão!

Hahahahahahahahah, pior que é verdade!

“Um dos momentos mais divertidos da minha vida foi aquele no qual passei, com meu pobre e magro irmão, o final de semana matando sapos no melhor estilo sniper de Comandos 2…”

Legal, não é? SAPOS. Pergunta ao Dudu sobre esse final de semana e os 70 corpos frios e esticados ao chão.

“Lá estavam eles dentro do grande-tanque-assustador-abandonado da casa da minha avó;  alguns deles dependurados em pedaços de paus retorcidos, outros pelas paredes, boa parte em uma pilha de telhas que jaziam no canto esquerdo…”.

Neste trecho é preciso mais detalhes quanto à posição, pois o tanque tem a forma de um quadrado, logo, como o leitor saberá onde vocês estavam para então localizar o lado esquerdo?

Deixa eu ler…hum…é, quem sabe… Verdade. Vou mudar.

Mas vamos continuar: (…) jaziam no canto esquerdo; mas a maioria absoluta estava por nadar na fétida e barrenta água – fruto da forte e repentina chuva matutina. Escolhemos a melhor posição, preparamos parcimoniosamente o instrumento de guerra; tiramos do bolso alguns chumbinhos, colocamos no tambor, e lá repousaram, prontos para serem disparados pelo cão, que por sua vez, acionado pelo preciso movimento do gatilho, concluiria nossa missão. Então disparei…”.

Foram 70 sapos?!

Setenta só no sábado, não estou contando os…

Chega. Mas e o roubo?

Ah, sim:

“Nossa família nunca teve muito dinheiro, mas nunca fomos miseráveis, vou logo dizendo; contudo nunca tivemos “dindin” para comprar muitos brinquedos, principalmente os mais legais, como do nosso vizinho Richard Eduard. Caramba, que brinquedos maneiros! Aquelas naves interplanetárias eram lindas! Minúsculas miniaturas perfeitamente desenhadas pelas mãos de um mestre artesão…”

“Minúsculas miniaturas”. Quando se é “minúscula” entende-se que sejam “miniaturas”, assim fica redundante, não?

Caramba como você é chato! Liberdade poética irmão! Liberdade poética lembra?

…Continuando:

“Que inveja inocente a minha. “Deveria ser meu”, pensava. Como passar do sonho para o real? Uma decisão mui cruel para uma criança. Se realmente eu quisesse comprar brinquedos parecidos, teria que fazer várias e várias vezes o aceiro da estradinha que levava à casa da minha tia-avó pelos míseros 2 reais por dia. O que fazer? Dormi indeciso, acordei com a certeza: vou pegar para mim. No melhor estilo missão impossível entrei na casa do dono (residência onde fui criado desde criança, e por isso mesmo conhecia todos os cômodos) e fui direto à caixinha de brinquedos. Lá estavam eles, no número de cinco, pequenos e azuis, catei-os e coloquei logo nos bolsos, corri e pulei a janela, correndo em direção da minha casa e entrando no galinheiro, fiz um buraco no chão e depositei-os lá e…”.

Hahahahahahahah… galinheiro?! Buraco?! Hahahahahahaha, essa foi a pior… hahahahahaha… JESUS!

Era uma criança criminosa, tenho direito a fazer merda não?

“… depositei-os lá e fiquei alguns dias esperando a poeira baixar. Por algum motivo que desconheço, precisei ir à casa de minha tia-avó, e lá estava o Richard esperando por mim. “Pode me ajudar Reginaldo?” Respondi que sim. “É que 5 de minhas naves sumiram. Pode ajudar a encontrá-las? Caso isso ocorra darei uma delas para você”. Meu olhar desconfiado e nervoso foram suficientes para levá-lo a conclusões precipitadas embora corretas, e seu plano “maquiavélico”, mais do que engenhoso enganou, perfeitamente, aquela pobre criança estúpida. Resolvi correr em direção ao galinheiro, desenterrei os brinquedos, trouxe às mãos do seu verdadeiro dono, ele olhou para mim, e perguntou: “Como encontrou tão rápido?” Engoli seco. “Deveria falar isso para os seus pais… contudo não o farei. Que não se repita, certo?”. Foi minha primeira e última vez como ladino, mas foi a primeira e não a última, que olhei para o Richard como uma grande pessoa. Aprendi muito naquele dia”.

Fofo!

Brincando.

Bem… outras situações mereciam mais destaque, como da vez que você foi salvo de  uma morte iminente pelo seu irmão “Zozinho”, ao deixar cair sua pequena sandália em um caixote cheio de bombas e rojões; quem sabe fazer algumas reflexões sobre seu diário espiritual e as orações que tanto se repetiam, tipo “Senhor me dê forças para que eu trabalhe bem, para não receber broncas”, “Senhor me ajude para que eu possa ver aquela menina bonita (Tatiane)”, “Senhor ajude vovô pra melhorar do que ele teve, pois sem ele vai ser diferente…” “Senhor ajude na saúde de vovô, por favor…” “Ajude para que vovô esteja em um lugar bom lá no céu” “, “Protegeis a todos os integrantes da minha família”, “Ajudai para o Leo passar no concurso”, “Ajudai para eu ir morar em Aracaju”, “Protegei o Leo, e ajudai para o salário dele aumentar e ele ficar de férias em junho”, “Faça com que Leo compre um playstation 2”, “Protegei o Leo lá em Brasília”, “Faça que o tempo passe rápido para o Leo vir rápido”, “Protegei o Leo, e ajude para ele passar bem estes 24 dias que faltam para ele voltar”, “Obrigado pelo Leo ter vindo são e salvo”, “(…) ajudai para o ano acabar logo para eu me mudar logo desta casa!”. Será que essas orações surtiram algum efeito?

As mais importantes sim… E disto você não precisa duvidar…

Tem as duas últimas partes que não poderia esquecer de grifar…

Quais?

Daquela vez que seu irmão…

Eu vi uma lágrima?!

Nada… um cisco… shuif, shuif, shuif…

Daquela vez que seu irmão chegou para você e disse “(…) é melhor você voltar a morar com painho e mainha, pois você ainda é criança demais para morar aqui com agente”; e por destino ou providência…

Ele diria providência.

Não me interrompa mais, ok? Por PROVIDÊNCIA no dia em que você estava esperando o resultado do vestibular na casa de um colega, quem estava lá sozinho com você para compartilhar momento tão sublime? “Meu irmão “Lodado”. Realmente, algumas situações mereceriam mais destaque. Ah, sim. Uma pergunta: você não tem medo de sofrer processo não? Eu conheço essas estórias e seus respectivos atores na vida real.

Como você descobriu?

Não se “apreocupe”, somos muito unidos.

Estava pensando na possibilidade de você voltar com mais detalhes para essas “estorinhas” que ficaram pela metade. Que acha? Quem sabe transformar em filme.

Fica a depender dos leitores. Ah, mais uma coisa: Obrigado pela revisão.

* * * * *

Fim

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5 Respostas para “Piadas Internas

  1. (risos)

    Sim, funcionou no sentido cômico!

    Mas… Pôxa, foste lembrar logo este genocídio anuro aqui?! Quebrou o clima!

    Gostei particularmente das interrupçõezinhas… Pode parecer um efeito batido nesta era pós-moderna, mas funciona para rir e refletir que é uma beleza!

    Já consertei telhado sim, e, neste caso específico, enfrentei algo bem parecido aqui… Só que não com avô (risos), não conheço meus ancestrais, não sei o que é família…

    Puxa, este vizinho com nome duplamente anglófilo existiu aí em tua cidade? Mais um dos estereótipos “interioranos” se confirma (risos)

    Título magnificamente apropriado!

    E tem que ser lido mais de uma vez…
    Muitas variações anedóticas. Haja memória, visse?
    Tinha mais é que ser historiador mesmo!

    pergunta: foi o Reinaldo ou o Leonardo quem escreveu o texto? O “por” está em nome deste segundo, mas vi este título no ‘pendrive’ do primeiro… Mais uma piada “externa”? (risos)

    Gênio, meu Deus, gênio!
    Valeu cada segundo da espera.
    Superou até!

    WPC>

  2. Muito impressionante sua capacidade de escrever, Reinaldo!
    De temas muito densos até comédias.
    Não fiz parte da infância de vocês, mas muitas dessas estórias Eduardo já havia me contado e você as colocou de maneira muito engraçada, de fato. Com certeza existem muito mais acontecimentos que não poderiam deixar de ser contados e que podem aparecer por aqui qualquer dia desses, não é?
    A melhor parte, apesar de ser a pior, se é que me entendem, foi a dos “70 corpos frios e esticados ao chão”. Até parece um filme de terror.

    No mais, parabéns!!

    xD

  3. O sentido pleno desta historiazinha somente poderá ser alcançado por quem fez (faz) parte dela. A história da memóravel surra (eu devia bater mais!) e do boi (BATA NA CABEÇA!), neste conto, foram, para mim, as mais marcantes, por terem sido, do ponto de vista literário, as mais bem desenvolvidas.
    Outros episódios bem que mereciam (merecem, aliás) ser relembrados revestidos da pretensiosa e tênue veia literária que tão recentemente pulsa em nossa família: as orações, que poderiam ser mais detalhadas, a “mania de rasgar lona”, que merece um esclarecimento, e outros tantos fatos marcantes que sequer foram citados aqui (por absoluta falta de espaço, realmente), mas que requerem de nossa parte uma atenção especial.

    Acredito que esse texto despertou nos três irmãos (Leo, Edu e Rei – ou seria Reginaldo?) certo dever literário-familiar: há que se relembrar. As fotos, que não foram tiradas, podem agora ser contadas, nem que tenhamos que usar, a cada vez, mil palavras.

    Nosso pé de jabuticaba merece ser lembrado…

  4. Uma ótima idéia fazermos algo tipo um projeto de textos para relembrar fatos de nossa infância/ família. Muitos fatos claro ficaram de fora, como o dia em que mainha corria atrás de mim e de Rei Filho por que havíamos “furtado” um pouco da carne na panela, e ela gritou “pare!”, e nós paramos na mesma hora e levamos uma sova; ou até mesmo das nossas brincadeiras estilo Rainbow 6, ou Counter Strike, com armas improvisadas, etc.

    Muitas lembranças, muitas histórias.

    Das citadas a mais importante, na minha opinião foi a de comprar açúcar. Quantas vezes vimos painho chorar ao contar essa história, lembrando de vovô?

    Parabéns Reinaldo Filho, uma ótima idéia, que ainda renderá muito.

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