Saco de pano

Por José Reinaldo do Nascimento Filho

Um homem arrasta uma pá de coveiro sobre um descampado. Ele usa um velho sobretudo e uma bota de borracha. O seu instrumento de trabalho, assim como todo o seu corpo, está sujo de sangue, catarro e terra escura. Ele caminha por uma estrada de pedras nuas protegendo o rosto e escondendo, entre a vestimenta, um estranho volume feito com pano de saco.

O frio estava muito forte; e, sobre as pequenas pedras, o gelo já derretia. No céu, mal iluminado pela lua oculta, flocos de neve rodopiavam como bruxas no sabá. Apareceu então um cavalo negro, coberto de terra escura, e uma carroça guiada por um mendigo, também negro, golpeando fortemente o cavalo com o chicote. Quando o homem olhou para trás, já não viu nem carroça nem mendigo, como se tudo tivesse sido apenas uma ilusão momentânea, e acelerou o passo subitamente assustado, sem saber com o quê.

Eis que surge à sua frente, já não muito longe da cidade, um conhecido e famigerado bar. “Ali, sempre brilhou uma luzinha durante a noite”, pensou.

Lázaro era um antigo morador daquela cidade; há muito tempo morou com o seu irmão, sua esposa e mais dois filhos pequenos num pequena casa alugada. Já era tarde e ele precisava voltar; “mas voltar para onde?”, pensou. Parou em frente à porta; sondou o ambiente, como se procurasse por alguém ou alguma coisa importante; caminhou em direção do balcão; sentou-se; pediu cinco copos de vodca; aguardou alguns minutos; e, por fim, bebeu. Então, à meia voz, começou a falar:

– Posso ser franco? Para falar a verdade, eu não gosto do meu irmão – começou ele, servindo-se da terceira dose de vodca. Ele é velho, rabugento, arrogante, ultrajante, um tirano com os parentes, e nunca vai ao confessionário. É pecado falar mal dele, e sou temente a Deus, mas a verdade precisa ser dita.

– Senhor – disse um homem que servia no balcão -, o senhor está incomodando os fregueses. Cale-se, do contrário terei…

– Vocês me conhecem bem, sabem como eu tentei, sabe como eu trabalhei. Em outros tempos possuí muito dinheiro, tinha um negócio próprio. Tive até um relógio de ouro. Mas os negócios correram mal; gastei todo o dinheiro com luxo e luxúria e, para complicar ainda mais, os empregados me roubaram. Fali. Mudando de lugar com freqüência e baixando cada vez mais o nível… Olhem isso aqui – disse ele repuxando convulsivamente o sobretudo: meus trapos são o adorno da desgraça. Oh, se esta carne rude derretesse…

Por um instante ele silenciou.

– Este ano a primavera está atrasada, não acham? – disse Lázaro, repentinamente. Tanto melhor: abomino a primavera. As pessoas falam: “Na primavera os passarinhos cantam, flores desabrocham, o sol brilha”. E eu sempre as questiono: “Para quem”? Eles parecem que estão gozando com a minha cara. Na verdade, eu prefiro conversar sobre religião a falar sobre rouxinóis e flores. Como aquele dia, que eu fui me confessar a um padre e então, de repente, me vi dominado por uma revelação: aquele sacerdote – pensei – tinha mulher, era glutão e fumante; como ele poderia ouvir minha confissão e com que autoridade poderia absolver meus pecados se era mais pecador do que eu? Enquanto eu me alimentava de pão mofado, ele com certeza comia peru. Resolvi procurar outro padre. Arrepender-me-ia se assim não fizesse. Esse outro era balofo, vestia batina de seda e…

O garçom pôs-se a rir. Porém, ao notar que mais ninguém ria, ficou sério e disse:

– Você ainda tem sua família e… – antes que ele pudesse terminar a frase, Lázaro deixa cair o volume no chão de madeira. A bolsa rola fazendo uma parábola, até parar e ficar com a abertura semicerrada; dela uma pasta avermelhada e preta começa a escorrer. As pessoas, que antes não haviam dado nenhuma atenção ao relato de Lázaro, ao verem o conteúdo, levantam e caminham violentamente na direção dele e o empurram contra as mesas; esse, ao cair no chão, revela, entre as vestes, um corpo macérrimo, doente e lívido como a morte.

Acometido de uma vontade descomunal, Lázaro tenta empurrar os seus agressores, mas falha na empreitada. Por fim, após ter recebido uma quantidade enormes de pontapés e socos, e já escarrando um sangue amarelado, ele dá início às suas últimas palavras:

– A minha mulher e meus filhos bebiam sopa de repolho, enquanto eu, num canto, calado, com fome, mas satisfeito, mastigava um pão mofado de três dias; ruminando aquela pasta branca e pegajosa só para vê-los felizes. Deus do céu, se eu pudesse teria ido embora. Minha esposa meu Deus! Meus filhos…

Fim

 

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15 Respostas para “Saco de pano

  1. “Luxo e luxúria”, no contexto em pauta, me soou insincero – não sei se por parte do autor ou por parte do personagem… Dizendo de outra forma: o tal Laázaro me pareceu tão inconvincente no plano constitutivo que esta palavra FIM em negrito pareceu, de fato, deveras necessário após o óbvio fim de tua narrativa. Não sei se tenho bossa para te fazer q

  2. “Luxo e luxúria”, no contexto em pauta, me soou insincero – não sei se por parte do autor ou por parte do personagem… Dizendo de outra forma: o tal Laázaro me pareceu tão inconvincente no plano constitutivo que esta palavra FIM em negrito pareceu, de fato, deveras necessário após o óbvio fim de tua narrativa. Não sei se disponho de bossa para te fazer qualquer crítica, mas… Sinto que te repetiste um poucoa além da conta aqui. Não soou autoral, mas desgastado. O quer não quer dizer que seja ruim, conforme te expliquei ao fim de VOCÊ VAI ENCONTRAR O HOMEM DOS SEUS SONHOS. Lembra?

    É isso… Não me surpreendeu. Na primeira linha, sabia como tudo ia terminar – e não era só porque esta é mais uma típica “tragédia anunciada” não…

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    • Apaga o comentário inicial… Duplicou sem querer, mas este ato falho me trouxe uma lembrança fílmoica que me serve de cotejo. Tu viste o filme NARRADORES DE JAVÉ, né? É um filme que, se não me engano, possui uma trama dentro da trama que se passa na década de 1970 (ou antes) e, de repente, um perosnagem chama o outro de “Pokemon de Jesus”. Não atrapalhou a fruição este golpe ferrenho de anacronismo midiaticamente demeritório (ao menos, para os padrões de constituição nordestina), mas…

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  3. Ufa! Demorou, mas entendi.
    Quando li, fiquei confuso, com uma série de interrogações, pois alguns aspectos da história pareciam desafiar a lógica. Eu pensava: se isso, então por que aquilo? E: se não aquilo, por que isso?
    E não consegui pegar o “fio da meada”.
    Sabia que Reinaldo não havia se prendido à obviedade. Sabia que minhas leituras (foram umas quatro, só para iniciar) tinham sido atentas. Então faltava algo.
    Conversei com ele, que foi me dando dicas até que ele mesmo foi chegando à conclusão que, no jogo de esconder/mostrar que deve o escritor fazer, ele escondera demais e acabara mostrando algo que aparentava estar fora do encadeamento que a própria história pedia.
    Há, portanto, duas palavras-chaves para se entender o que ocorreu: a primeira está evidente; a segunda só se deixava transparecer pela referência a Shakespeare, e mesmo assim, de forma tão sutil que os outros atos da personagem a negavam. Quando Reinaldo enfim adicionou certos detalhes é que foi possível – do meu ponto de vista, frise-se – encontrar o fio que dá lógica à história e enfim compreender a série de pistas deixadas ao longo de cada frase do conto.
    Como se trata de um exercício, julgo-o bastante bem sucedido na sua ousadia de elaborar uma história de engano, na qual você claramente tenta manipular o leitor. Acho que só a prática vai fazê-lo chegar ao ponto que você mesmo deseja, mas certamente essa tentativa mostrou-lhe quão desafiadora pode ser a empreitada.

  4. Pois, se me permite uma observação externa, a subsunção de vocês aos exercícios alheios está tornando o conteúdo do ‘blog’ muito presunçoso e auto-condescendente, formalista mais do que expressivo, sem aquela leveza identificatória e/ou mais amplamente biográfica que eu percebia há alguns meses…

    O modo como estão a se fiar aos elogios e comentários elogiosos, e desprezando-se os aspectos mais justificadamente “falhos” das produções, este preciosismo e rebuscamento exacerbado, que justifica até que o autor modifique o texto já publicado para “agradar” (ou “enganar melhor”, que seja) o leitor, tudo isto torna menos interessante a experiência de consumir as palavras aqui contidas. O que antes era prenhe de vida, de arte mesmo, de concretude moral, de poesia, de anseio,a gora se torna a técnica pela técnica, um arremedo neo-parnasiano de caráter prosaico que não me apetece, supondo que eu tenha o direito de expressar um descontentamento enquanto consumidor freqüente do ‘blog’. O que antes era ‘interno’ (no sentido familiar) mas com brechas mais gerais agora se configura num hermetismo dicionarístico intra-fraternal que exclui o arrebatamento externo. Talvez seja eu que não pertence ao nucléolo de entendimento do que está externo aos contos ou discorde de algumas práticas de confecção dos mesmos, que calham de serem mais explicitadas do que deviam (excluindo o mistério caro a qualquer boa composição), mas é o que eu penso. E, mui intimamente, fico triste ao ver um caloroso receptáculo de idéias desembocar num conjunto de sílabas e estrofes imbuídas com que de mais impessoal os professores deturpadores de Immanuel Kant legaram ao mundo. De coração, pena!

    E que fique bem claro que isto é SÓ a minha opinião. A minha!

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    • Ouso apontar três características suas que o levaram a manifestar essa opinião (inconsistente, do MEU ponto de vista, como tentarei mostrar adiante):
      I – Sua adesão incondicional à espontaneidade como forma de produção literária;
      II – Sua visão do ato de escrever como algo catártico, por meio do qual é necessário se entregar, se dizer, ser (quase) invariavelmente pessoal;
      III – Sua incorrigível (e elogiosa) sinceridade aliada à mania de crítico, de emitir pareceres avaliativos acerca de tudo que lê.
      Dito isso, esclareço o que segue:
      – O blog tem como uma das principais finalidades exercitarmos e aprimorarmos a escrita. A oficina de contos é um exemplo perfeito dessa nossa intenção. Lendo e pesquisando sobre o que dizem os escritores do hábito de escrever, leio reiteradamente que segue aquela velha fórmula de “mais transpiração, menos inspiração”. Lembro que alguém escreveu por aí (acho que num capítulo posterior da própria oficina isso é citado) que “se você está escrevendo fácil demais, de maneira muito fluída, pare o que está fazendo e vá ver TV, jogar baralho, fazer outra coisa”. Encaro o ato da escrita como algo que requer esforço, não só inspiração. Ainda mais se estamos exercitando as nossas habilidades. Isso, todavia, não é uma regra, e Kafka, apenas para citar um exemplo, a quebrava o tempo todo. Você muito provavelmente discorda dela e isso faz com que você seja contra, por exemplo, o fato de Reinaldo ter alterado o conto para aprimorá-lo. Nada mais natural, ao meu ver. Se houve falhas (do meu ponto de vista) que prejudicaram o entendimento do texto – eu particularmente, como falei antes, li, reli, treli em busca do sentido e não conseguia capturá-lo, como exercício que é o conto, por que não retrabalhá-lo, melhorá-lo?
      Encarar a literatura como algo TAMBÉM técnico (jamais EXCLUSIVAMENTE uma coisa ou outra) também confronta o item II que apontei, já que nem sempre tenho que escrever para expressar alguma angústia, ou qualquer outro sentimento. Posso escrever simplesmente pelo ato de escrever, pelo prazer de criar histórias ou para exercitar a minha escrita.
      Você disse que o blog está ficando presunçoso e perdendo a sua ânima

      • continuando… (postei sem querer)

        Você disse que o blog está ficando presunçoso e perdendo a sua anima. Disse também que temos nos perdido em elogios cegos aos erros e falhas dos contos nos exercícios que temos feito. Olhei cada um dos exercícios e só em três deles houve manifestação elogiosa (duas de minha parte em relação a conto de Reinaldo, incluindo este, com todas as ressalvas e observações que fiz) e um de Reinaldo em relação ao meu conto, não lembro qual, mas que foi seguido por um elogio seu.
        Discordo, portanto, factualmente dessa terceira parte da sua afirmação. Em relação à segunda parte, tudo que já falei contempla o que penso sobre anima. Já no tocante à presunção… Bem, acho os dois momentos que podem ter soado mais “presunçosos” foram aquele do meu microconto Bullying, que você não gostou e que defendi meu ponto de vista diversas vezes (ao mesmo tempo em que você defendia o seu) e neste conto mesmo, com Reinaldo sustentando a ideia de que o conto dele não era raso (ou óbvio, como você falou).
        No mais, como você mesmo disse, se trata de uma opinião.
        Ah! E sim, julgo pertinente você se manifestar, como leitor mais assíduo do blog. 😀

      • (risos)

        O teu comentário ficou incompleto, mas, de fato, as três características apontadas são a razão de meu descontentamento. Fico contente, portanto, que não tenhas tomado a crítica como um ataque pessoal, mas como um grito de “despertencimento” mesmo. Já tive a oportunidade coletiva de manifestar meu desagrado em relação à admoestação ultra-pragmática da Oficina que vocês estão tomando por base, mas este sou EU, vocês são vocês. Sendo assim, opinião recebida compreendida (obrigado por isso) , resta-me dizer quando um conto foi bom, em minha opinião, ou não. Este do Reinaldo não me agradou, principalmente, em comparação com outros dele, mas… “Não se pode ganhar todas, né?”

        Na luta, sempre!
        Estarei sempre aqui, conferindo os produtos, ache-os presunçosos ou não, de vez em quando (kkkkk) – e, apesar das onomatopéias de riso, falei sério, visse? Levo-os a sério, bem sabes, ainda que, nalgumas vezes, pelos motivos “errados”…

        WPC>

      • E, sobre o que foi postado depois, confirmo o agradecimento compreensivo. Nalguns de meus ‘blogs’, já fui vítimas de alguns comentários insatisfeitos e é interessante observar, através deles, como nós criamos ou frustramos expectativas alheias. No meu caso pessoal em relação a ti, fiquei “viciado” (no bom sentido, se é que existe… – OK, troco o adjetivo “excessivamente habituado”) a ler suas divagações morais católicas disfarçadas em belas trajetórias trágicas ficcionais e comumente familiares.

        No caso de Reinaldo, o que me incomoda é outro problema: já que eu o observo “a fundo” (ou tento), às vezes sinto como se ele fosse “infiel” a ele mesmo nos contos, mas… Instância criadora e pessoa criativa não precisam ser sinônimos, né? Deixa quieto, meu problema com Reinaldo é de outra estirpe, muito mais complexo de se resolver…

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  5. Cara você realmente subiu de nível no seu jeito de escrever. Não pude deixarde notar isso em primeira instância…claro, estou doido pra ler de novo, comentar, entender melhor o texto, para nós partilharmos melhor…

    Abraço!

  6. Bom, de certo um ótimo conto, após compreender de fato o que se passou é que pude perceber a verdadeira história que estava oculta, a palavra chave é LOUCURA, e para compreender o conto não podemos ater-nos ao óbvio, mas sim dexar-se levar pela leitura.

    Realmente um ótimo exercício, o blog é ótimo, fico na espera por mais, sempre estarei dando uma passada aqui a fim de aplicar melhor meu tempo.

    Fox.

  7. Um homem sai de um cemitério arrastando uma pá de coveiro. Ele usa um velho sobretudo e uma bota de borracha e esconde, entre a vestimenta, um volume feito com pano de saco. Ele está muito doente. Há feridas por todo o seu corpo, especialmente em seu peito nu, de onde escorrem sangue e pus, que sujaram suas roupas e a própria pá recentemente utilizada. A todo momento ele para sua caminhada para tossir sangue. Ele caminha pela estrada e delira. Pensa ver uma carroça, que some. Vê a luz de um poste e um bar antigo, abandonado. Pensa que ele ainda está em funcionamento. Entra, senta-se no chão e imagina-se sendo atendido pelo garçom.
    Começa a falar coisas sem sentido, lembranças do passado. Ele morou há muito tempo com sua família e seu irmão, numa casa alugada. Era muito pobre. Passava fome para alimentar os seus, e às vezes nem conseguia. Em sua cabeça, o garçom interrompe. Mas é só imaginação. Continua a falar, delirante. Imagina-se rico outrora, pródigo, perdendo-se no luxo e na luxúria. Cita Shakespeare, em clara alusão à sua doença: “Oh, se esta carne rude derretesse…”
    Silencia e volta ao seu palavrório sem sentido. Ele quer esquecer o que fez, quer esquecer a tragédia que se abateu sobre sua família e sobre ele. Fala sobre a primavera, sobre os padres opulentos e pecadores. Em sua loucura, imagina que o garçom o interrompe, dizendo que ele ainda tem a família. Ao ouvir essa palavra, na verdade dita pela sua própria consciência, Lázaro cai em si, vê a barbaridade que fez – desenterrar sua esposa e seus filhos, mortos há bastante tempo e andar com eles no saco de pano – e tem um ataque de dor. Seu fiapo de vida está indo embora. Está morrendo. Em sua loucura, sofre alucinações: vê pessoas no bar, imagina-as empurrando-o, socando-o, chutando-o, uma reação desmedida e injustificada SE AS PESSOAS EXISTISSEM. Mas não existem, o bar não tem pessoas. Na verdade ele sofre uma parada cardíaca, seu corpo se contrai de dor. Ele diz suas últimas palavras, lembrando da fome e da dor que os seus passaram, algo que ele próprio não pôde evitar e que provocou a sua loucura. Ele gostaria de ter morrido no lugar deles. Finalmente morre, sozinho, na beira da estrada, coberto do próprio sangue e de pus, o pano de saco revelando os restos mortais da sua família.

  8. De fato um conto muito bom. Sinceramente tive que ler o relato 5 vezes para entender o real propósito do autor, mas é claro: “Valeu apena”.
    Aproveito a oportunidade para perguntar a algum dos criadores do blog: qual o real sentido da palavra catálise no contexto do título do blog?

    • A catálise acelera uma reação química através de um catalisador, que praticamente não sofre alterações ao longo do processo (é mais ou menos esse o conceito de catálise). O nosso objetivo com a criação do blog era (e continua sendo) desenvolver, evoluir, melhorar a nossa leitura, escrita e capacidade de reflexão através exatamente da leitura, escrita e reflexão. Esses três “catalisadores” nos conduziriam a um processo de evolução crítico mais acelerado. Algo assim. 😀

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