“Um produto revolucionário”

Um vídeo genial cujo conteúdo tem tudo a ver com o nosso blog:

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5 Respostas para ““Um produto revolucionário”

  1. De fato, inteligente propaganda…
    Mais do que isso, aliás: URGENTE!
    Já tinha visto alguns desdobramentos deste tipo de mensagem…

    Brigo muito em meu curso aliás para defender o que está sendo dito aqui, aliás: o pessoal da Comunicação Social é muito, muitíssimo deslumbrado com as tais das “novas tecnologias”. E eu sou meio “arcaico” em muitas proposições. tem um autor chamado Arlindo Machado, tecnicista ao extremo, que insiste em redefinir o conceito lato de “livro”, a fim de encaixar as publicações puramente virtuais numa obra polêmica (e, ao fim, muito contundente) de nome PRÉ-CINEMAS E PÓS-CINEMAS, onde ele se desdobra sobre as “tendências expressivas da contemporaneidade”. E, pelo jeito, eu, tu e mais alguns quedarão na luta por muito tempo, mas… os ditames de FAHRENHEIT 451 (se viste o genial filme ou não leste o conto originário, corre já!) são infelizmente vindouros! Não tardarão, chuif!

    WPC>

  2. Excelente o “FAHRENHEIT 451”. Se fosse possível escolher um livro para “Ser”, acredito que “Seria” o “Contraponto”, do Huxley (ou, quem sabe um dia, A Montanha Mágica, de Mann) . Do mais, esse vídeo é muito bom. Preciso usa-lo em sala de aula.

  3. KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    De fato, tomei um choque ao imaginar Déborah utilizando FAHRENHEIT 451 em sala de aula. Nada pessoal acerca dela (afinal de contas, nunca a vi pessoalmente, imagino-a a partir dos comentários de Reinaldo – risos), mas fiquei curioso ao imaginar como ela teria chegado a este filme magistral do François Truffaut, que, infelizmente, ainda é pouco visto e conhecido, apesar de ser vendido por R$ 9,90 nas Lojas Americanas… Juro que fiquei empolgado por instantes (risos). Continuo empolgado, aliás, mas… Puxa, como seria bom…

    Quanto a mim, se fosse para escolher um livro para “ser”, para decorar a fim de que ele sobrevivesse, creio que me renderia aos “Pensamentos” de Blaise Pascal. É um livro-carne, sinto isso sempre que o releio…

    WPC>

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