Clipping literário 01

Belo texto de José Castello sobre Kurosawa e o meu amigo, o silêncio

– Originalmente lido no Blog of a Bookslut, um texto do The Bygone Bureau: Book Review Clichés I’d Like To See
Há dicas interessantes, como, ao invés de usar sinônimos, usar epônimos. Assim, não use “prosa paupérrima”, mas “prosa coelhiana”, ou, em vez “estilo verborrágico e deselegante”, use “o Lula da literatura”, e por aí vai.

– Meu mais recente sonho de consumo literário: A máquina de fazer espanhóis, de valter hugo mãe, da Cosac Naify, claro.

– Do site Cronópios um fabuloso texto de Felipe Fortuna, apresentado como palestra no Seminário “Literatura e Cangaço”, da Academia Brasileira de Letras. Vale muito a pena ler:
“Primeiramente, deve-se notar que o cangaceiro não escreve.”

Boa dica do blog Literatura em Foco, sobre Marcos Rey, clássico autor da série vaga-lume. Dessa vez é “A Arca dos Marechais”

– Do blog Livros e Afins, citando Sérgio Grigoletto, do blog Trivial, que, por sua vez cita a revista Entre Livros: 30 mandamentos para ser leitor, escritor e crítico, por Alberto Mussa, Miguel Sanches Neto e Michel Laub

Entrevista à Revista Cult de Irvine Welsh, autor de Trainspotting

– Extraído do The New Yorker: Ensaio de Alex Ross sobre Dorian Gray e seu autor: How Oscar Wilde painted over “Dorian Gray.”

Microconto de Sérgio Rodrigues, do blog Todoprosa

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