Livros com efeito “Uau!!!!!!”

Empolgado que fiquei com a ótima recepção da minha lista de livros pendentes e com a discussão que isso gerou aqui no blog, e inspirado pelo último comentário de Wesley, sobre os livros que o impressionaram ultimamente, pensei em listar aqui – e convidá-los a fazer o mesmo – aqueles livros que por diferentes razões (todas ligadas à boa literatura, é bom deixar claro) provocaram aquele efeito característico que vocês, bons leitores, certamente conhecem bem.

Coloquei um pudico “Uau!!!” no título do texto, mas quem gosta de usar palavrões certamente diz outras coisas, como um WTF?, por exemplo. Apenas para que não restem dúvidas, refiro-me àquela sensação que toma seu peito quando você termina de ler uma frase, um capítulo ou mesmo um livro inteiro e você sente o desejo premente de olhar para a pessoa do lado, se você estiver num ônibus, e dizer, com um sorriso idiota nos lábios: “- Você não faz ideia do que eu acabei de ler!”. E ao mesmo tempo que você sente-se privilegiado por ter tido acesso àquilo, sente-se triste pelo outro, que ainda não pôde regozijar-se com aquele livro.

Tenho lido muitos bons livros, mas nem todos me provocaram essa sensação. O último que me fez passar por isso foi Beatriz e Virgílio, de Yann Martel, sobre o qual escrevi aqui. O livro não é o melhor que já li, claro, mas nunca havia sentido nada igual ao que senti quando li o último capítulo, que fala de algumas brincadeiras…

Never let me go, de Kazuo Ishiguro (meus comentários aqui);

Reparação, de Ian McEwan (meus comentários aqui) – ainda que metade do efeito UAU!!!! tenha desvanecido pelo fato de eu ter visto o filme antes, o que sobrou ainda é UAU!!! pra caramba. Ah! E se você nem viu o filme nem leu o livro, não pense duas vezes: leia o livro primeiro e não deixe que ninguém fale nada sobre a história!!!!;

Meridiano de Sangue, de Cormac McCarthy (comentários aqui, aqui e aqui!!!);

Crônica da Casa Assassinada, de Lúcio Cardoso (comentários aqui), um dos melhores e mais impressionantes livros que já li na vida. Por que Lúcio Cardoso não é mais conhecido no Brasil?;

O Sonho de um Homem Ridículo, de Dostoievski, meu livro (meu conto, na verdade) se eu vivesse no mundo do Fahrenheit 451, e sobre o qual escrevi aqui;

Apenas para entrar numa discussão que pipocou na semana passada, cito também As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin, recheadas de momentos assim. Nenhum deles, entretanto, na minha opinião, rivaliza com o Casamento Vermelho, narrado em A Tormenta de Espadas, comentado aqui.

Agora é a sua vez. Quais livros provocaram efeito semelhante em você?

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26 Respostas para “Livros com efeito “Uau!!!!!!”

  1. Alguns dos livros com efeito ‘uau’ durante e/ou depois da leitura:.
    – Cantos de Maldoror – Lautréamont (não tiro este livro da cabeceira da cama, releio sempre)
    – Terra Sonâmbula – Mia Couto (um achado na biblioteca pública da minha cidade)
    – O homem invisível – Ralph Ellison (outro achado de biblioteca)
    – Salammbô – Flaubert (o melhor de Flaubert, na minha sincera opinião)
    – Confissões de uma máscara – Mishima (e mais outro! Tudo o que leio desse autor é um achado! Amo Mishima, felizmente a tetralogia Mar da Fertilidade foi relançada por aqui)
    – O jogo das contas de vidro – Herman Hesse (Ave Biblioteca!)
    – The Narrative of Arthur Gordon Pym – Poe
    – A invenção de morel – Bioy Casares (Salve Borges, as dicas do autor argentino dispensam apresentações: Vathek, Lovecraft, Poe, Mil e uma Noites…)
    Menções para Henry Miller (Colosso de Marússia, Tropico de Câncer e A hora dos assassinos e Pynchon (Contra o dia, cheio de efeitos ”uau” e que ainda não terminei).

    • Dei uma googlada porque nunca havia ouvido falar dos Cantos de Maldoror. Por falar nisso, não há um só livro da sua lista a que eu tenha lido, o que me deixou bastante curioso. Tenho vontade de ler Mia Couto, mas ainda não tenho nenhum livro dele. O mesmo para Bioy Casares. Já li comentários confirmando que esta é mesmo a obra prima de Flaubert. Quanto a Pynchon, Gravity’s Rainbow me espera…

  2. Número 1: Estava lendo esse livro numa viagem de volta para minha amada Paris (Paripiranga, interior da Bahia). O meu irmão, Eduardo, estava do meu lado. Quando fechei o último parágrafo, últimas palavras, os meus olhos ficaram marejados, e eu comecei a balançar a cabeça e falar coisas do tipo: incrível… RapaZ… Impecável… Lindo demais…
    “Crime e Castigo, de Dostoievski”.
    Lembro que na mesma hora mandei uma mensagem para meu outro irmão, Leonardo, e disse que esse era uma leitura obrigatória necessária, imprescindível.

    Número 2: o livro mais difícil (depois procurem aqui no nosso blog a resenha) que eu já li. Mais rebuscado. Desgastante. Memorável. Preciso reler. Nesse livro tem um dos diálogos mais espetaculares entre a personagem principal e o capeta…
    “Dr. Fausto, de Thomas Mann”.

    Número 3: Deparei-me com o Leonardo lendo esse livro. Peguei-o rapidamente e fui ao banheiro (desculpe-me os detalhes). Não foi preciso muito tempo pare perceber que teria de terminar esse livro naquele mesmo dia. Marçal Aquino, genial!!! E aquele título do livro…
    “Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios”.

    Número 4: Contraponto, de Aldous Huxley (como alguém consegue ser tão bom com as palavras?!!)

    Número 5: o primeiro parágrafo me fisgou. Minha mãe leu e chorou. Eu disse a ela que esse livro era a “versão” adulta de O meu pé de laranja lima…

    “Infância”, de Maksim Gorki.

    Número 6: Uma criatura dócil, de Dostoievski (um presente do meu irmão Leonardo. O melhor conto do gênio russo. E olhe que é complicado superar o também genial O sonho de um homem ridículo).

    Número 7: Leonardo disse que eu precisava ler esse livro. Bem, confiei nele. Comecei a folhear e me deparei com um tema batido, desgastado, segundo o próprio Léo. Mas não. É possível sim trazer algo novo. E aquele final… Jesus!!!! Uau!!!
    “Beatriz e Virgílio”.

    • Sabia que Crime e Castigo iria ser o seu primeiro. Pensei também em Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, especialmente a parte em que ele usa o longo título no texto. Contraponto é um livro que ainda não consegui engolir, mas um dia vencerei essa resistência e terminarei. Uma criatura dócil é fogo mesmo…

  3. O fio das miçangas – Mia Couto

    Abril Despedaçado – Ismail Kadaré

    Luz em Agosto – William Faulkner

    O Vermelho e o negro – Sthendal

    Amada – Toni Morrison

    A invenção de Morel – Bioy Casares

    Ensaio sobre a cegueira – Saramago

    Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios – Marçal Aquino

    No meu peito não cabem pássaros – Nuno Camarneiro

    Admirável Mundo Novo – Aldous Huxley

    • E eu digo Uau!!! para a sua lista, Aléxia.

      O vermelho e o negro foi um dos primeiros livros que comprei, quando ainda era quase criança, e, estranhamente, nunca terminei. Luz em Agosto mereceu três textos aqui no Blog. Admirável mundo novo e Eu receberia… são livros que me são muito caros também. Bela, bela lista.

      • Sim, Luz em Agosto, Admirável mundo novo…

        A REVOLUÇÃO DOA BICHOS!!!!! São muitos. A lista ficaria muito extensa 🙂

      • Obrigada!

        A verdade é que nunca conseguiremos ler todos os livros que desejamos. São tantos livros ótimos!

        Leia O vermelho e o negro quando tiver oportunidade!

    • Já li O Vermelho e o Negro e A Cartuxa de Parma do Sthendal. E um fato curioso sobre esses livros: só me lembro do início deles. Mesmíssima situação que me acontece(u) com o filme Nascido para matar, do gênio, Stanley Kubrick.

  4. minha lista de uaus!!!

    1° lugar: Lolita – Nabokov
    2° lugar: O amor nos tempos do cólera -Garcia Marquez
    3°lugar: O Processo – Kafka

    • Lolita e O processo já foram comentados aqui no blog, Cris. Obrigado pela visita e volte sempre!

  5. Minha pequena lista e minhas reações:

    Beatriz e Virgílio, de Yann Martel: Quando está no finalzinho, “Oxe, oxe, num tem condições não… oxe…” minha mãe: “O que foi menino?” “Aqui no livro…”, Sem falar na minha reação ao ler as brincadeiras para Gustav… Em “A vida de Pi” perto do final eu falei “mentira… Genial!”

    1984, George Owrell: Comecei a suar quando o personagem entrou na sala 101, “Não é possível que vai acontecer isso…” quando terminei a leitura não falei nada, fechei o livro, guardei-o e quieto fui dormir, só fui falar dele no outro dia…

    A estrada, Cormac McCarthy: Terminei minha leitura, fui para a sala e disse: “Vocês não sabem o que foi que eu terminei de ler”. Ainda não terminei Meridiano de Sangue, mas aqui em casa todo mundo já conhece o juiz Holden (rsrs)

    Teve “Um piano para cavalos altos” de Sandro William Junqueira, na verdade foi até diferente a sensação ao terminar de lê-lo, estava bem entretido com a leitura, e quando o livro acabou, virei a pagina para ver se ainda tinha outra coisa mas não tinha (rssrrs) pensei: “É, o final é esse aqui mesmo, acaba assim… Mas será que tem um continuação? Claro que não Ítallo, deixe de ser broco”

    Lolita, Vladimir Nabokov: Terminei de ler e fui falar para minha irmã o final, na verdade ia ler em voz alta os últimos parágrafos, ela me impediu de ler para ele : “Não quero saber não desse livro safado” Eu: “mas não é isso que que eu vou ler, só tem mais essas coisas na primeira parte do livro, num pode nem falar nada”

    • Haja compatibilidade literária, hein, Italo? Beatriz e Virgílio, A estrada, um dos meus livros favoritos, Meridiano de Sangue, 1984… Só não conheço esse Um piano para cavalos altos, cujo título é deveras atrativo.

      • Na verdade eu já acompanho o blog faz um tempo, desde 2011, quando Reinaldo foi o meu professor, mas só comecei agora a comentar no blog. “A estrada” por exemplo quem me falou dele foi Reinaldo; Beatriz e Virgílio, só soube da existência do livro por meio do blog, apesar de conhecer A vida de Pi. Sobre Um piano para cavalos alto o título realmente é atrativo rsrsrs 50% do interesse de lê-lo foi o título rsrsrss

  6. Livro mais WTF: Diário do Farol, João Ubaldo Ribeiro

    Livros mais UAU:

    -Eu receberia as piores notícias dos seus lindos lábios, Marçal Aquino. (dispensa comentários, leiam).

    – A peste, Camus. (apesar de achar que não foi esse o objetivo do autor, o livro me fez pensar o quanto devemos dar sentido à nossa existência, por mais simples que esse sentido possa parecer para os outros, tendo em vista a fugacidade da vida).

    – Outsiders, Susan E. Hilton (lembro que durante toda leitura eu sentia uma sensação muito boa, quem sabe foi pela minha mania de sempre me colocar na pele dos injustiçados).

    – A Morte de Ivan Ilitch, Tolstói (as pessoas com quem mais podemos aprender sobre a vida são as que já viram a morte com seus próprios olhos).

    Tem outros muito bons, mas esses marcaram muito.

    • Rapaz, eu li Outsiders na época da Universidade. Virou um filme chamado Vidas sem Rumo, de Coppola, se não me engano. Não lembro nada da história, apenas lembro que o protagonista do filme era Ralph Macchio, o eterno Karatê Kid.

      A peste li também na época da UFS e preciso reler, pois não lembro mais de nada. O diário do farol é um livro genuinamente detestável, e João Ubaldo Ribeiro fez isso propositadamente. Não sei se merece uma releitura minha, pois não tenho boas recordações…

  7. “Lavoura Arcaica”, do Raduan Nassar
    “As Brasas”, do Sandor Marai
    e meu preferido entre todos
    “Ensaio sobre a Cegueira”, do Jose Saramago.

    • De Raduan Nassar só li seu outro livro, Um copo de cólera, Alexandre. Os outros dois ainda estou devendo.
      Obrigado pela visita ao blog. Volte sempre por aqui!

  8. “Lavoura Arcaica” é o livro mais intenso que eu ja li. Consegue ser mais intenso que “Um copo de colera” (que mistura sexo e raiva), so que trata das relacoes de um filho com a sua familia, principalmente o seu pai e a sua irma.
    Desse post anotei “Dr Fausto” (e ja solicitei pelo skoob!) alem do Herman Hesse la em cima de quem eu ainda nao li nada.

  9. Eu sei que o post não tem nada ver como que vou falar, mas é que estou tão feliz de ter achado esse blog, que fiquei até emocionado… rsrsrs

    Sério.

    Vcs não imaginam o quanto é ruim não ter ninguém pra falar de livros. Comentar o que se leu, trocar idéias, sei lá… livros são mundos que entramos e muitas das vezes quando saímos queremos compartilhar a jornada, a experiência… e não ter ninguém pra contar essas jornadas literárias ás vezes é doído.

    Sou leitor compulsivo, leio muito. Mas convivo com pessoas que cagam e andam pra literatura.

    Achei esse blog através do deus Google ( risos ) , na minha busca por uma resenha decente de 2666, que acabei de ler e me causou o efeito ‘ UAL ‘ tbm. rsrsrs

    O meu “ual” é um pouco diferente do apresentado aqui. Talvez, a minha lista possa até causar uma certa estranheza… o plot twist não é muito de me surpreender, mas o conteúdo geral, sim.

    Como as obras do Lynch ou Dostoiévisky.

    E eu tenho minha lista tbm :

    1. Crime e Castigo – Dostoiévisky

    2. 2666 – Bolaño

    3. Abril Despedaçado – Ismail Kadaré

    4 – Ensaio Sobre a Cegueira – Saramago

    5. O Jogo das Contas de Vidro – Herman Hesse

    6. O Processo – Kafka

    7. O Menino que Podia ver Demônios – Carolyn Jess Cookie

    8. Agosto – Rubem Fonseca

    9. A Tormenta das Espadas – George Martin

    10. Deuses Americanos – Neil Gaiman

    • Fico lisonjeado com seu comentário, Gustavo. Espero que sinta-se bem à vontade no blog e torne-se nosso leitor assíduo. Há muitos textos sobre vários livros que eu ou meus irmãos lemos. Da sua lista há textos sobre Crime e Castigo, 2666, O Processo, A Tormenta de Espadas e Deuses Americanos.
      2666 é um livro muito recompensador, mas que ao mesmo tempo demanda um enorme investimento por parte do leitor. Tornei-me fã em absoluto de Bolaño. O Processo é um livro que deve ser relido sempre. Deuses Americanos é um livro de uma criatividade desconcertante, que me fez ficar ainda mais fã de Gaiman, um grande contador de histórias. E Tormenta de Espadas, bem, tem o casamento vermelho, e não só isso. Precisa dizer algo mais?

      Obrigado pela visita, Gustavo, e volte sempre ao blog!

    • Agradecido, Gustavo. O seu pensamento é perfeito mesmo. É triste você não poder compartilhar uma frase bem elaborada, um diálogo, o final de um livro, um livro 😀
      Graças a Deus tenho os meus irmãos para conversar, enviar mensagens, trechos. Pode compartilhar agora com a gente, principalmente agora que o Léo teve a brilhante ideia de criar posts mais interativos. Seja bem-vindo.

      • Meus amigos, muito obrigado pela calorosa recepção! : )

        Com certeza, desde já , serei leitor assíduo do blog. Rsrsrs
        Sempre que puder, estarei contribuindo e absorvendo o conteúdo daqui. Já assinei feed, segui no Twitter e adicionei o Léo no FB.

        Ah!, voltando aos livros ‘ UAL’ Tem mais um que esqueci:

        11 – As Crônicas Saxônicas – O Ultimo Reino [ Bernard Cornwell ]

        Sou muito fã do Cornwell e não poderia deixar de acrescentar esse livro dele que eu adoro.

        Abração e até a próxima !

        P.S : Reinaldo, dps me adicione no facebook Tbm.

  10. Alguns livros, sem ordem de preferência:

    1 – As Crônicas de Gelo e Fogo, GRR Martin: citaram A tormenta, mas Martin criou uma história em que praticamente todo capítulo trás um momento wtf.. e alguns dos maiores acontecem no meio dos livros, como em Guerra dos tronos, ou Dança dos dragões, o que já contraria a regra de guardar os momentos para o clímax final.

    2 – O processo, Kafka: Conforme falei na resenha aqui no blog, o livro é todo wtf!

    3 – Bartleby, o escriturário, Herman Melville: Também resenhei aqui no blog. Esse livro sobre alguns aspectos me lembra o processo. Ela mostra ode uma forma peculiar, a loucura, atraveés de um simples acontecimento improvável..

    4 – A ceia, josé mauro de vasconcelos: Apesar de ser um pouco óbvio, o livro tem bons momentos, e vale ser mencionado.

    5 – Macário, Álvares de azevedo: Menciono esse livro pq me surpreendeu. Li-o apenas pq tinha acabado de ganhar o kindle de presente, e esse era um dos únicos livros disponíveis para baixar no site da Amazon de graça e em português, na época. É um livro curto, cômico, mas com bons diálogos e reflexões. Algumas discussões que Macário trava com Satã são dignos de lembrança.

    6 – A ilha do Dr. Monroe: Resenharei em breve…

    7 – Onde os velhos não tem vez, Cormac McCarthy: Único livro que li desse autor, mas que tiro o chapéu pela forma com que escreve.. nos faz perder o fôlego, literalmente..

    • Realmente antes tarde do que nunca, né Eduardo? Não conheço nem A Ceia nem Macário. Não li o outro livro de H. G. Wells e tenho o Bartleby, mas ainda não o li. Quanto aos outros, concordo plenamente.

  11. Como tu bem sabes, muitos dos livros que leio me destroçam, mas, ultimamente, os que mais me fisgaram foram LUCÍOLA, do José de Alencar, que subestimei a minha vida inteira e me derreti, explodi sentimentalmente enquanto o lia, e DEMIAN, do Hermann Hesse, companheiro de minha viagem a Goiânia.Além de ILUSÕES PERDIDAS, do Honoré de Balzac, que esteve comigo em Fortaleza e acompanhou o fim de uma amizade, por conta de mentiras e hipocrisias mui similares àquelas que estão no livro…

    Dentre os que me desmontam por similaridade personalística, todos aqueles que recomendei a Reinaldo se destacam, principalmente O COLECIONADOR, do John Fowles, e SAYONARA, GÂNGSTERS, do Genichiro Takahashi. Ler é (re)viver! (WPC>)

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